Globe Estatistic

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

A RAÇA HUMANA NÃO MAIS PODERÁ PROCRIAR!

 

Add comments

Algumas evidências que já começam a ser encaradas seriamente por cientistas e pesquisadores, parecem claramente indicar que as intensas atividades no nosso mundo, exercidas por certas criaturas tripulantes de alguns OVNI, são partes integrantes e até bastante assustadoras daquilo que poderíamos tranqüilamentedenominar OPERAÇÃO ENGANO. Seus tripulantes tentam confundir as vítimas dos seqüestros e também os chamados “contatados”, dando respostas SEMPRE evasivas quando perguntados sobre as suas origens. Os humanóides isto é, os que aqui realizam essas estranhas e inexplicáveis experiências genéticas tendo as nossas mulheres como cobaias, e em complemento outras aberrações de natureza semelhante, NUNCA revelam esse pormenor quando se referem à natureza dessas verdadeiras “misturas genéticas” que produzem, ficando invariavelmente em poder das crianças geradas, sempre dizendo que ‘ESTAMOS BUSCANDO AQUILO QUE NOS PERTENCE”. Ora, se fazem isso, conforme afirmam, para que “a semente do homem não se perca” e que as suas mulheres se tornaram estéreis após um “acidente” que não detalham especificamente qual foi, começamos a desconfiar das verdadeiras e sinistras razões, escondidas por trás dessa verdadeira Operação-Engano: Nos cadáveres examinados a partir do chamado “Acidente de Roswell”, os peritos constataram que as criaturas supostamente alienígenas até que se assemelhavam aos lagartos terrestres. Suas peles, bem como a ausência de órgãos reprodutores externos e a simultânea falta de aparelhos digestivos e excretores, sugeriam que essa raça SOFRERA INVOLUÇÃO FÍSICA DEVIDO A UM ACIDENTE NUCLEAR DE ALTA INTENSIDADE! Aliás, eles mesmos mencionam que “vêm de um mundo em ruínas e que dentro de um período de tempo qualquer será impossível viver lá”. Recordemos ainda que mencionam o fato de que brevemente AS NOSSAS MULHERES TAMBÉM SE TORNARÃO ESTÉREIS E A RAÇA HUMANA NÃO MAIS PODERÁ PROCRIAR! Falam também que a nossa humanidade passará brevemente pelo “grande portal” (esotericamente sinônimo de morte!) e por

isso estariam aqui tentando nos “ajudar”. Muito estranho mesmo! Essas criaturas são dotadas de olhos inteiramente negros, dilatados e oblíquos. Isso sugere de pronto que vivem em um mundo escuro e responsável por certos fatores involutivos que forçaram uma drástica alteração genética, originadora ainda da atrofia dos seus tipos físicos. Enfim, a degradação das suas morfologias internas externas. Os cadáveres desses humanóides examinados apresentavam ainda uma outra notável característica: provavelmente devido a uma intensa exposição à radioatividade ao longo do seu caminhar evolutivo (ou involutivo) suas peles e os músculos eram extremamente rígidos, difíceis de serem dissecados mesmo com as mais potentes máquinas cirúrgicas de corte... O que quer que tenha acontecido no mundo de onde essas criaturas se originam foi efetivamente tão terrível que atrofiou os seus habitantes, fazendo com que perdessem todos os pelos do corpo; aumentando suas cabeças de maneira desproporcional; forçando-os à telepatia para se comunicarem; tornado-os semelhantes a vegetais, ou ainda insetos (talvez devido á necessidade de se abrigarem da radiação em profundas cavernas) e, que é pior de tudo, TRANSFORMANDO-OS EM QUASE CANIBAIS -literalmente dependentes dos hormônios, enzimas e secreções de outras espécies de vidas as quais sacrificam para se alimentarem! Ora, se elas BUSCAM AQUILO QUE LHES PERTENCE e dizem ainda que “conseguiram sobreviver no seu mundo graças à sua engenharia genética e à sua alta tecnologia”, Como (note-se que são eles mesmos, os tais supostos “alienígenas”, que dizem isso!) “se trata de uma questão de sobrevivência”, além de o mundo deles estar em fase de próxima extinção, logicamente reuniriam o útil ao agradável.....

Primeiramente alguns deles se alimentando de nós. Depois fazendo-nos de cobaias para, conforme também dizem (prestemos bastante atenção neste pormenor)), realmente recuperarem as suas formas originais e então -desprezando totalmente qualquer espécie de ética ou filosofia (lembremos que igualmente afirmam

serem desprovidos de sentimentos!) -como ponto culminante da OPERAÇÃO-ENGANO, voltando em massa um dia qualquer já devidamente adaptados para um mundo que de certa forma LHES PERTENCE e possa servir de morada. Os legistas constataram que tais criaturas tinham sistemas digestivos atrofiados, além de denotarem ter sofrido através dos tempos intensa exposição à radiação, ao ponto de suas peles terem sido literalmente serradas para a realização das necrópsias!

Existem registros sobre estes seres leiam

Um CONFLITO com outros seres, ELs (humanos gigantes) destruiu a maior parte da civilização , (draconiana). o que forçou alguns a se esconderem em cavernas profundas e outros a deixarem a Terra - para Alpha Draconis e/ou Altair na constelação Aquila, que de acordo com lendas antigas estava associada com criaturas malignas... O conflito é uma Guerra das Espécies, entre a Semente Evadâmica & a Semente Serpente (draconiana). esses gigantes eram fortes aliados de uma raça de nórdicos pré-escandinavos que mantinham uma civilização poderosa e cientificamente bem desenvolvida, cujos restos atualmente permanecem debaixo de toneladas de areia na antiga região da Ásia, o deserto de Gobi. Foi relatado como ambos, os gigantes e o povo louro, lutaram numa guerra pre-histórica contra uma raça(draconiana) baseada na Antártica, que eles conseguiram varrer da superfície do planeta durante o antigo conflito. "Sob o manto da escuridão, com bases escondidas no interior da terra, este invasor noturno decidiu reivindicar o que havia pertencido a eles e usar como uma base para o antigo conflito com os ‘ELs’.

(OBS: Isto é, reivindicar aquilo que as raças serpentes querem que acreditemos pertencer a elas.

ELs são a denominada EL-der race (raça antiga) , uma raça humana associada com os descendentes dos Evadâmicos mas que no entanto havia alcançado ou mantido uma estatura muito alta, 3 a 4 m em média. Outros se referiam a eles como os ‘Anakim’ ou ‘Nepheli’. "Humanos com implantes cerebrais alienígenas (os zumbis), foram programados para derrotar a Humanidade num FUTURO PRÓXIMO. Os ‘Reptóides’ são até capazes de se transformar em seres com características e feições humanas. O planeta Terra está sendo estressado para que a resistência humana seja mínima, durante o ataque declarado e o controle da Humanidade.

"Tudo começou como um programa de interação conjunta. Uma espécie alienígena desejou ‘compartilhar’sua tecnologia avançada com certos humanos em POSIÇÕES-CHAVE DE PODER no governo, entre os militares, corporações, ‘sociedades secretas’, etc... A população como um todo começou a ser manipulada conforme a estratégia alienígena... eles queriam CONTROLE TOTAL sobre nós!

A GRANDE TRADIÇÃO HIPERBÓREA [THULE E ATLANTIDA]

Add comments

A GRANDE TRADIÇÃO HIPERBÓREA [THULE E ATLANTIDA]







A GRANDE TRADIÇÃO HIPERBÓREA



1. Origens do Thule



2. Migração Arianas



3. Tibet, Agartha e Vril



4. O Swástika,Runas e do Trabalho Alquímica





1 - Origens do Thule



Os mitos da Antigüidade armazenados memória de uma antiga terra mágica que explica a origem do homem e da antiga civilização do lendário Hiperbórea, pátria original do Aryans. No Tibete, antes de ser invadido e destruído pelo marxismo, os templos foram guardados com zelo antigos manuscritos em causa passado que hoje silenciados por aqueles que dominam o mundo.



O Aryans hindos dizer-nos que o continente Ártico, milênios atrás, era um lugar de clima temperado e uma generosa natureza. Hiperbórea, mágicas terra liberta do tempo, o mundo foi criado por uma raça superior: hiperbóreos. Sua civilização estava envolvido transcendente ou espiritual conhecimentos e composta seres vieram as estrelas de puro sangue, bem como por semidivinos e Aryans. Este último é também chamado de "ariyas", onde o termo "Aryan", que está a dizer "duas vezes nascido" ou "iluminados".



A origem da Hiperbórea está nos limites de tempo, quando no céu havia um confronto entre o Senhor, Deus do mundo material, e os anfitriões espiritual Lucifer. Neste cósmica luta foi a "traição do Betrayers White". Através desta estratégia, que liga a consciência divina no mundo, o Senhor tenta dar o seu corpo ilusório mundo. SENHOR necessidades do elemento divino, mas sob o seu plano.



Assim, como resultado desta situação, o espírito foi encadeada na arte e da alma do mundo, dando origem a uma linhagem de semidivinos. Esta prova será encontrada desde então entre os dois mundos e, no meio de um terrível confronto cósmico. Visando ajudar os seus filhos semidivinos, os deuses criaram Hiperbórea White, um território livre do mundo lutam para salvar a sua família da prisão na área.



Hiperbórea foi localizado para além do oceano Boreal e isolado do mundo, de acordo com uma versão do mito, por uma parede de vidro formação. Em outras versões do muro foi mágico pedra, o estilo de cyclopic construções do mundo antigo. Devido a esta separação, a pureza racial não foi ameaçada e pode viver em harmonia. Quando os deuses estavam deixando para trás hiperbóreos além das estrelas, antes de sair à esquerda no terreno é particularmente sagrado objeto: Gral ou Graal. Este objeto, a esmeralda coroa por Lúcifer, tem o mérito de permitir que os espíritos baixou manter a ligação com o mundo dos deuses.



Depois de um cataclismo planetário, Hiperbórea desapareceu e que eterna primavera Árctico anunciou em um clima frio e inabitável. Os descendentes do Aryans esquerda na superfície deste planeta teve de migrar para regiões mais a sul. Assim, o Aryans emigrarían fundadores da lendária civilização do Gobi, na Ásia e também migrar para a Escandinávia. As inúmeras faunal permanece congelado no Ártico ilhas inabitáveis hoje, como a ilha de Vrangelja (Vrangel), a norte da Sibéria, no meio do Oceano Árctico, bem como os depósitos de carvão do Árctico ilhas como Spitsberg (Noruega), assim Demonstração de que ao mesmo tempo essas terras polares agora inabitável, eram lugares de natureza exuberante. Assim, a pátria original do Aryans seria sepultado por gelo polar.



Em seu livro "Nós. Livro de ressurreição", o escritor chileno Miguel Serrano, rebusca a origem do Aryans, e concluiu que o Genesis da Bíblia judaica é uma história atlante adulterada. Na verdade, o que seria mais próxima da realidade o que Platão afirma no seu Timaeus e os Critias. Serrano recorra à mitologia grega para descrever a origem do "homem" explicando que "em princípio, um homem saiu da terra. Seu nome era Evénor e casado com Leucippe. Eles tiveram uma filha, Clito. Trata-se de" amor "Poseidon" . Isto é, Poseidon, ou uma raça divina, que convivem com as "filhas dos homens" ou emana da terra ", caindo no amor" e cruzándose com eles. Isso provocadas heróis semidivinos não immortales agora. "Na verdade, os deuses gregos são os heróis e reis (semi-divina), do Atlantis-Hiperbórea. Poseidon Clito e dão à luz cinco pares de gêmeos dos dez reis da Atlântida. Os Dioscuros, Castor e Pollux (Polo) são um desses Jovens. Assim, seria Jason. Pelo menos é um rei de Gral, como Heracles-Hercules ". Aqui, Miguel Serrano indica que o duplo em cada um dos 5 pares de gêmeas reis da Atlântida, em vez de um material é a entidade" Double "da mesma divina" semidivino. " Desta forma, cada um teria um semidivino astrais mundo, em paralelo, duplo divino. Ou poderíamos dizer também que cada um tem dois semi-divino naturezas: um mortal e um divino. Serrano conclui que "é claro de tudo isso que houve várias humanidades. A humanidade do divino hiperbóreos, semidivina descendentes dos heróis do divino mista e os animais-homem, sudra, pasu, os escravos do Atlantis, talvez robôs Atlantis De que, de alguma sobreviveu seu colapso. Platão nos diz a destruição do Atlantis, e deve referir-se a uma grande catástrofe ocorrida após a imensa tragédia em que só há memória no registro akásico o universo. Daqueles não guardar mais do que o divino em sua hiperbóreos Vimanas ou "discos voadores" ir a outras estrelas. (A Venus, estrela da manhã?). O eixo da Terra é desviada, nascido estações, involuciona a Segunda Terra. A Primeira Terra passa a Terra Interior, "oco". Quando o Admoestação retornando depois idade (Lucifer é um dos seus patrões) encontrar tudo mudou. Na superfície não existem estranhos seres (Evénor, Leucippe, Clito?). "



Lendas dizem que o divino mingled seu sangue com os "filhos da terra", transferindo "fogo de deuses" (Prometeu entregar os homens), que é o seu divino sangue, e Lúcifer e suas hostes entra a Terra Hollow, onde Eles construíram o Reino de Agartha. Edda também referir-se à mesma questão do "Livro de Enoch" e do "Mahabharata", que introduz a Vanes e da Aces como extraterrestres. Eles são os anjos do "Livro de Enoch" homens que ensinar ciência, arte e civilização. As antigas escrituras falar de uma guerra lendária entre parentes do mesmo sangue, Aces e Vanes, os Pandavas e os Koravas da Guerra do Mahabharata. A Aces vêm de Mount Elbruz, no Cáucaso, e são liderados por Odin-Wotan com suas mágicas machado. O Vanes estão no norte do país. Atlas ou Irmín seria Vanes. Da união de Aces e Vanes os alemães que iria manter o seu sangue na memória dos antepassados hiperbóreos. Euripides Hiperbórea referido como o "País de Amber" (região do Báltico e do sul da Escandinávia), uma região localizada ao norte, de onde vêm os Aryans. Do mesmo modo, de acordo com Miguel Serrano, Tuathas de Dannan da Irlanda lenda, são os mesmos que os alemães identificado como o Aces, ou seja, os descendentes de estrangeiros estrelas.



No livro de Enoch citados a história aparece em que Lamech, o pai de Noé disse: "Tive uma criança diferente das outras, não é como os homens, mas que se parece com um filho dos anjos do céu." Robert Charroux, por seu lado, argumenta que a possibilidade Noé foi um hiperbóreo, como seu pai descreveu como "carne branca como a neve e vermelha como a flor de rosa, e os seus cabelos brancos como lã, os seus olhos eram belos ...". E na verdade, isso é o que o velho hiperbóreos.



Tem de ser memorizada, diz-nos novamente o autor Gallo, o Nordic colocar a pátria dos hiperbóreos e sua capital, Thule, no extremo septentrión onde acredita-se que eles tinham desembarcado os primeiros seres vieram as estrelas. Estes hiperbóreos, como alemães, e as antigas tradições celtas, desde que a raça dos homens acima, que se afundou com o seu continente, quando o cataclismo global ou o "naufrágio do Atlantis".





2 - Migração Arias



Filósofos e investigadores identificaram o Nacional swástika swastika ou como um sinal de reconhecimento da Aryans, é também o sinal de espirituais e Sol Negro Origem. O Aryans representou o swástica back onde os seus gastos em Março através do mundo, que, de acordo com Alfred Rosenberg ", que mostra as várias partes do mundo antigo foram resolvidos pela raça nórdica".



Assim, o Aryans, enquanto ela ainda mais a partir do seu local de origem, estavam transportando sua civilização para as diversas partes do mundo, e resolução de angariação impérios. Mas o resultado foi a perda da pureza racial original corridas para misturar com o "homem-animal", e verificou que estes eram acrescentando nas regiões do sul. Early Aryans após o desaparecimento dos polar Hiperbórea, hiperbóreos, que foi poupado pelo desastre, com o swástika dextrógira migram na direção do Gobi, verde terra, a floresta, então, e eles encontraram uma grande civilização, que ainda permanece pode ser encontrado Sob a areia da steppes e desertos da Ásia Central. Esta civilização também desaparece. Miguel Serrano disse que talvez se deva por causa de uma explosão atômica. Esta catástrofe seria falar sobre a história bíblica de Lot e mulheres da Estátua da Ps. Segundo o professor Hermann Wirth, a grande migração dos povos Gobi Aryo-góticos que conseguem escapar à catástrofe que se tornou um deserto árido a estas regiões (agora o deserto Gobi entre a China ea Mongólia), foi roubado e distorcido para o judeu, que Seria um abaixo-casta ou tribo de outcasts que estão parasitando mantidos na periferia do que o êxodo. Importa, assim, aproveitar o mito ea lenda judaica (as 12 tribos, "Quarenta Anos de peregrinação no Deserto", etc) traspolando eventos para o deserto do Sinai e terra da Palestina, onde no final arribarían, como um grupo ou tribo indesejáveis . Diz-se que haveria um manuscrito para explicar essa história, como Miguel Serrano, podem ser mantidos em uma sinagoga ou no mesmo underground Vaticano. De um ex-Aryan migração na Ásia persistem lendas e conhecimento secreto como aqueles que anteriormente eram referindo-se os templos do Tibete antes da invasão marxista. O Aryans que ficaram mais estreitas origem foram aqueles que se estabeleceu na Escandinávia. Ali, a sua pureza durou muito mais fortemente do que no resto dos lugares que o Aryans liquidada. Este país nórdico que após a perda da Hiperbórea, Escandinávia, será a origem da migração das últimas Aryans no sentido de uma maior regiões meridionais da Europa e da Ásia mais estreita. Assim, da Escandinávia, migrar descendentes do Aryans vir à civilize Troy, e mais tarde Hélade Alba Longa, criadores do Império de Roma.



Os fundadores das civilizações da Ásia eram pessoas de raça Aryan. Um exemplo é o Irão ( "Arián"), que leva o nome de seu original antigos conquistadores. Até 1979, o Shah foi o "Senhor dos Aryans". Existe uma necessidade de esclarecer a origem da civilização da Índia, que se funda e civilizada pela Aryans do norte do país. É sabido também que, no século I DC Northwest China era habitado por pessoas brancas ou "caucasiana", que falava uma língua denominada tochario. No início século XX, arqueólogos alemães e franceses, que escavações nas províncias do noroeste chinês descobriu as grandes semelhanças entre esta linguagem supostamente isoladas e línguas germânicas e célticas. Recentes escavações na província de Xinjiang ter descoberto mummified corpos de pessoas que viveu entre 4000 e 2400 anos. Os corpos foram surpreendentemente bem preservado e, de acordo com o New York Times, "… arqueólogos dificilmente poderia acreditar que eles viam…". As múmias têm longos narizes como crânios, cabelos louros ou vermelho, lábios finos e outras características indiscutivelmente Aryans. A mummy de um adolescente menina cabelo louro tornou-se uma atracção para os turistas. Aparentemente ela era uma princesa de cerca de 3000 anos atrás, porque era embalada em roupas bordadas lã e couro, juntamente com belas jóias, canecas e jóias feitas de ouro, prata e jade. Dr. Victor H. Mair, da Universidade da Pensilvânia disse: "Porque os corpos encontrados são certamente da família indo-europeia e porque datam de um período suficientemente velho estar relacionado com a expansão do indo-europeu a partir do seu local de origem , Vai desempenhar um papel fundamental na determinação da mesma (lugar de origem). "



Até ao ano 1167 dC, decorre da tribo de Kiyad um filho, que será chamado Temujin, na área geográfica onde corre o rio Onon, nordeste de Ulaan Baatar (atual capital da Mongólia), ou seja, o Extremo Oriente asiático, norte da China. Sua tribo veio de uma união entre turcos e iranios e, ao contrário do que pode parecer, havia parentes ou afastados do chinês, seus inimigos ancestrais. Temujin cabelo estava avermelhada, complexion branco, branco e cinzento olhos verdes. Em 1206, após anos de duras batalhas sangrentas e fraticidas, Temujin e seus homens saíram vitoriosos. O décimo terceiro século tinha feito acto de presença e o tempo era propício para assumir que todos os desenhos de um grande Khan. Assim, em 1206 foi chamado de "kurultai" ou assembléia de anciãos mongóis. Ele deixou seu nome Temujin para assumir o Gengis Khan, o fundador do maior império da história. O Khan foi um eugénicas genes que melhoraram as suas horde para igualar os seus guerreiros com as melhores mulheres cativas. A SS, sabendo que o próprio Gengis Khan (que tinha uma swastika em seu rótulo) e suas elites não eram de raça mas Mongol descendentes dos antigos Atlantis, fez uma edição especial em um volume de um livro sobre o mongol warlord para suas tropas. O mesmo Hitler admirava o génio organizador Gengis Khan e uma vez disse: "Se Gengis Khan foi realmente o grande homem que a história mostra-nos, então, é que ela foi Aryan!"



Tudo isso indica a presença de brancos em grande número, mesmo no Extremo Oriente da Ásia, especialmente ao leme das grandes civilizações. Actualmente, os ainos, branca pessoas ainda permanecem em vários milhares de pessoas nas ilhas de Plaster (Japão), do Sul semestre de Sakhalin e alguns dos Kuril (Rússia), no Oceano Pacífico. O actual ainos ilhas habitadas do Japão antes da mongólicos. Na verdade, a corrida no Japão, hoje, ainda pode ser visto algumas características que indicam esta mistura racial com brancos. Segundo Charroux, o "gigante" hiperbóreos seria agora uma descida em "sumotori" (Sumo lutadores), no Japão são extremamente populares personagens, localizado na hierarquia imediatamente após os deuses e os imperador. O historiador Pierre Darcourt acredita que "no início do sumotori foram recrutados entre os gigantes aínos de pele. O aínos, como dizemos, são brancos, protocaucasianos, que teriam migrado em toda a Sibéria. Sua divindade" Kamu "incluídos solar, eólica, oceano E do urso. Montanha Estas pessoas, ao contrário do que mongólicos são velludos, pele sonrosada e poderoso, hot bebem álcool, são formidáveis caças ...". O outro japonês de pele cobriza, seriam originários da polinésia ilhas do sul da Malásia e China. No processo de declínio, aínos teria sido vanquished. "Mongólicos diz Darcourt-sul foram levadas para o belo mulheres brancas dos seus adversários e seus união nasceram mestizos asiáticos, que se tornou o primeiro imperador da guardas corps".



Hitler afirma que "Aryan é o Prometeu da humanidade" e, de acordo com o nacional-socialista do mundo, esta corrida trouxe a civilização para os locais mais remotos da Terra, da Europa à Ásia, da África ou da América mesma dos tempos "pré-colombiana ". Ainda hoje, podemos ver o rosto do Aryan esculpida em locais tão distantes como as estátuas da Ilha de Páscoa megalítica. Na própria África, as ruínas de "Zimbabwe", pedra construções que negros jamais construído, foram construídas pelo povo, que já perdeu sua memória. Na América do Norte, encontramos muitos vestígios da presença de Aryans, como entre os índios Mandan, em Missouri, o megalitos estilo Celtic e volta torres em Nova Inglaterra, o Viking ruínas em L'anse Aux Meadow (Newfoundland), as inscrições Rúnicas em Dighton Rock, Conecticut e Minesotta.



Em toda a área da América Central e do Sul, encontramos lendas relativas brancos "deuses", para o que temos referido no primeiro capítulo, que lendas têm uma base na realidade e baseada em factos históricos positivos. E é que a presença de homens brancos na América antes da chegada dos espanhóis está documentado no mesmo crônicas dos conquistadores espanhóis, que foram encontrados em sua "descoberta", com pessoas e aldeias inteiras de brancos, e ainda observáveis em diversos Regiões "indígena", como por exemplo na região dos Andes peruanos Chachapoyas. Nesta região montanhosa localizada na origem da Amazônia, sobre o enorme American selva, mais de 2000 metros acima do nível do mar, e livre do terrível calor tropical e mosquitos, num local fresco e verde, hoje Há ainda aquilo que são conhecidos como "Gringoitos" características pessoas da Europa, cabelos louros, que não provenham de colonos europeus, mas a sua presença na região está documentada como antes da conquista espanhola. Já os conquistadores espanhóis fez menção em sua crônicas estas branco Chachapoyas, e especialmente a beleza de suas mulheres. Numa crônica já o nascimento de um filho que chachapoyas considerado como um filho dos deuses, por ter sido tão louro e branco de forma que era difícil encontrá-los e até mesmo na própria Europa. Os espanhóis, que conquistou a América definido chachapoyas branco, louro e elevada estatura, normalmente um centímetro a mais do que o mesmo espanhóis. O chachapoyas Branco recordou a memória de seus antepassados vieram do leste. A leste de Chachapoyas é a região da Floresta Amazônica e para além do Atlântico. Entre as representações que foram escritos em vários edifícios, vemos desenhos e figuras representações de grandes navios, o que nos dá a impressão de que o primeiro chachapoyas, poderiam muito bem ter vindo da Europa para a América do mar. Após correntes oceânicas da África Ocidental tenham atingido a costa da América do Sul, para, movendo-se ao longo do rio Amazonas de barco, eventualmente resolver no cool Andina regiões, evitando o calor tropical. O chachapoyas foram temidos guerreiros. Eles usado como uma arma Sling idênticas às dos antigos habitantes das Ilhas Baleares. Eles foram mestres na arte do trepanation do crânio para aliviar a pressão craniana, tal como o fizeram os celtas. Eles também coincidem com os Celtas que recolhidos cabeças cortadas de seus inimigos. Construían pedra casas redonda com um diâmetro entre 7 e 9 metros, casas idênticos aos celtas. Ainda hoje podem ser vistas as ruínas das paredes de seu império, paredes enormes montanhas que lembram fortalezas na Europa. Algumas esculturas de indo-europeu traços que impassível olhar para o horizonte, encontrado entre os desfiladeiros nas montanhas são muito semelhantes aos encontrados mais oeste no Oceano Pacífico, na Ilha de Páscoa. Quando o conquistador espanhol Orellana, que se deslocam até o rio Amazonas, chegou nas proximidades do atual Manaus, os índios da região que ele falou de homens brancos, e alta blond vivem em cidades fora da selva e tesouros que foram imensos. Mais tarde, os conquistadores espanhóis reuniram-se com uma delegação de 4 homens brancos louros e altos, bem vestido e educado formas, que pediu espanhóis intenção de ter. Os espanhóis disse-lhes que eles estavam olhando para converter ao cristianismo na região sujeita à coroa de Castela. É estabelecido fora e nunca retornou para encontrá-los. Poderia ter sido enviados alguns chachapoyas, ou talvez alguma outra cidade por brancos?. Qual é a origem da primeira chachapoyas brancos que chegaram no continente americano muito antes da chegada dos espanhóis?. O que fez naquela região?. Se nos centrar-se nas actuais descendentes dos chachapoyas brancos, vemos que entre eles ainda predominam racial traços nórdicos cabelos louros, olhos azuis, pele branca e rosa pecosa apesar ameríndias miscigenação é muito introduzidas. Embora, segundo a história oficial, que pode parecer um mistério, o presente mostra-nos que a América foi conhecido e habitado por pessoas de muito antiga Aryans que, talvez, foram os descendentes dos brancos "deuses" criadores dos antigos impérios.



Seis séculos antes de Cristo nasceu no norte da Índia Aryan budismo. Segundo vários estudiosos relacionados ao Nacional Socialismo e fascismo, o mesmo que Julius Évola, na sua forma mais pura, removendo impurezas cultural mestiço que sofreram após Buda foi um "iluminado", um "ariya" que o nome de Siddharta, um homem de Aryan race que permaneceram fiéis ao código de honra e lealdade do ex-hiperbóreos uma vez habitada Thule, e que veio denunciar a crescente degradação ea bastardización de Brahmanism do seu tempo. Barão Julius Évola, pesquisador do budismo, diz-nos que, em sua forma original, é puramente Aryan espírito e uma visão antes da humanidade hoje. ( "A Doutrina do Despertar. Budismo e seus efeitos práticos." Editorial Grijalbo SA.).



Como você pode ver, é incontestável que o germe da ideologia nacional-socialista têm a sua origem, bem como no antigo nórdico mitos e histórias, nas terras distantes da Ásia (onde existem numerosas swástikas que há milhares de anos) e Magic civilizações da antiguidade. Além disso, segundo a interpretação do budismo Nacional, que iria propor uma divisão clara entre o Aryans ( "iluminados") e outras raças, incapaz por si para alcançar a verdadeira sabedoria e conhecimento. Segundo o Nacional Socialismo, a tomar medidas contra a mistura racial, que era preservar a pureza espiritual e, por conseguinte, foi abrandar degradação humana.



3 - A Ásia. Agartha e Vril



No coração da Ásia, encontramos as mais altas montanhas do mundo e um vasto planalto, o Tibete, situado a uma média de mais de quatro mil metros acima do nível do mar. A guerra mágica que moveu os fios da história foi a de que as relações entre a Alemanha nacional-socialista e Tibete além do mero diplomática rotina. Durante o Terceiro Reich, a Alemanha manteve-se no Tibete vários delegados e observadores e realizou SS expedição de 1938-1939 realizados numerosos estudos sobre os mais variados temas. Himmler estava tentando confirmar a hipótese de que, após o naufrágio do Atlantis, o Tibete foi habitada por brancos e Atlantis, em que parte do mundo continua a ser mantido conhecimento dos antigos e dos acessos ao seu "reino subterrâneo".



No Tibete preservando o mito de Aryan falando reinos escondidos, mas, principalmente, underground, conhecido como Agartha ou Shambhala. Como vimos anteriormente, Belicena Villca disse que Agartha é o Hidden Reino dos Deuses Liberadores embora afirmando que o Reino de Shambhala é a Deuses e Betrayers da fraternidade White afetar os planos do Senhor.



Existem outras tradições ou interpretações alegando que Shambhala é a capital do Reino de Agartha da mesma forma que Thule é a capital da Hiperbórea.



Sir Edward Bulwer-Lytton, um diplomata e membro da elite Golden Dawn, escreveu um romance em 1871, intitulado "O futuro da raça." Este relata a aventura de um povo superior (Vril-ya), que surge a partir do reino subterrâneo, que havia sido exilado depois de um cataclismo no exterior superfície da terra, e que possui uma energia cósmica chamada vril. Este romance também se refere à guerra entre raças e é considerado o habitantes deste mundo subterrâneo como descendentes do original Aryans. De acordo com esta tradição viva em várias partes da Ásia, essas pessoas vivem no interior da terra e é superior a todos os níveis, tanto no desenvolvimento pessoal e no desenvolvimento material e conquistas, o homem da superfície da terra. Além disso, ele identifica com fins caritativos e seria regida pelo "rei do mundo", como administrador para lendário civilizações desaparecidas, como Lemuria e Atlântida. Rene Guenón, em seu livro "O rei do mundo", analisou as diversas tradições religiosas que confirmam esta ideia, segundo a qual culturas são alimentadas por um subsequente Aryan origem. Além disso, para alguns oculta, a swastika é o grande símbolo do reino subterrâneo, que seriam recolhidos pelos orientais e ocidentais tradições iniciáticas; principalmente por budismo e hermético. Nesta interpretação, que recria o símbolo rotação do universo em torno de um centro fixado para a circulação.



Dentro do mesmo espírito em que também se adequa à famosa Mme. Blavatsky são outros ideólogos, que mostraram grande interesse em Agartha e que atraiu o interesse do nazismo. Durante o Terceiro Reich, foram enviadas várias expedições ao Tibete em busca deste reino subterrâneo. Ainda hoje continua a exercer grande poder fascinação do documentário "O segredo do Tibete", o resultado de um nazista expedição ao Tibete, que continua a ser um indiscutível testemunho de alguns anos em que o Tibete foi um lugar desconhecido para o resto do mundo.



O objectivo inicial dessas expedições foi muito semelhante ao que levou à emissão prevista de Tiahuanaco, e foi baseada na crença segundo a qual as montanhas mais altas do mundo poderia ter sido o refúgio de uma raça de Aryan primordial Atlantis depois do dilúvio . De acordo com o mito Agartha o original Aryans ter criado underground reinos em que continuar preservando antigos segredos. Esta ideia foi aprovada pelo engenheiro Ferdynand Ossendowski, que, em seu livro "Beasts homens, deuses" (1920-1921), descreve como na sua fugir da Bolsheviks através da Ásia Central, teve notícia do reino subterrâneo Agarthi, onde eles tinham Sobreviventes procuraram refúgio de afundado continentes e grandes, que seria sede de um Lord of the World. Edmund Kiss empate seria o mito Agarthi ou Agartha com cosmogony glacial Hörbiger, que já apontava para uma ligação entre a Atlantis e do telhado do mundo (Tibete).



O alemão expedição conseguiu criar uma atitude positiva em relação à Alemanha pelos tibetanos. Sob o tema "Encontro do Oriente com o Ocidente swastika" conseguiu estabelecer contactos de alto nível político com o governo tibetano disse que, entre outros, a declaração oficial de amizade que Qutuqtu de Rva-sgren, tibetano regente, ele por escrito Ao "notável senhor Hitler, o Rei dos alemães, que conseguiram aproveitar o poder em todo o mundo." Também no documentário é uma longa fila de tibetanos que vem a oferecer brindes para "os primeiros alemães que aqui são bem-vindas" (o que não é inteiramente verdade, pois Schäfer já tinha participado em duas expedições ao Tibete realizado por uma equipe alemã-americana ).



Nimrod del Rosario narra a conspiração urdida por Schäfer, em sua expedição ao Tibete para servir os interesses de Shambhala. Sua expedição ao Tibete Kangschur retornou com um conjunto de escrituras tibetano em 108 volumes. Além de suas cabeças, foram ritual Kalachakra Tantra. Este ritual é o "supremo início" do budismo tibetano, mas, paradoxalmente, pode ser dada a profana preço de US $ 120 (ano de 2001 em Barcelona pelo Dalai Lama). Esta iniciação ligando Shambhala no momento da batalha final entre as forças do bem e do mal.



Entre os nacionais socialistas, que aventuraram pelas altas regiões do Himalaia e Tibete, encontramos lugar preferencial Heinrich Harrer, que relata suas aventuras em seu livro "Sete anos no Tibet". Harrer foi preso no dia 1 de setembro de 1939 na Índia, basta começar a guerra, e, finalmente, depois de várias tentativas, consegue fugir da concentração acampamento onde ele foi detido pelos britânicos atingindo Tibete, em 17 de Maio 1944. Graças aos delegados que permaneceram em alemão Lasha, Harrer foi capaz de estabelecer contacto com as autoridades tibetano, para finalmente se tornar um instrutor e um homem de confiança do Dalai Lama.

Harrer aderiu ao "Black Order" (SS) desde 1938 e foi um membro do "wandervogel" ou "errantes aves". Este foi um movimento juvenil que pregava o retorno à natureza e longe de um estilo de vida urbana dinâmica, e muitos dos seus membros foram montanhistas e alpinistas. Quando você parar o britânico na Índia, Harrer foi com outros camaradas num espedición a atingir o cume do Nanga Parvat () 8126 metros de altitude, o estado actual do Paquistão. Um ano antes, em 1938, quando ele era ainda uma SS, Harrer e três outros alpinistas a partir do mesmo corpo, subiu pela primeira vez a Cimeira do Eiger (Suíça) na face norte. A aventura ainda é considerada hoje um azaña montanhismo. Durante os três dias de subida Hitler foi informado do andamento da expedição e, após a sua brilhante resultado, ele quis saber os jogadores. Eles crônicas o Führer recebeu animado e lhes disse: "Camaradas o que você tem feito?" Harrer ele respondeu: "Temos subiu a cimeira do Eiger para receber nosso Führer".

Embora nunca houve oficialmente declarado, que foi citado documentos desclassificados após a guerra na qual Berlin bunker foi encontrado vários corpos de guerreiros com características asiáticas, o que demonstra que as relações com os países da Ásia teve grande significado para o III Reich.

4 - O Swástika (swastika), o Eagles, Runas e do Trabalho Alquímica



O Esvástica.

A swástika ou swastika é um sinal considerada por muitos pesquisadores como os mais antigos empregados pelos homens. It's espalhados por todo o mundo e é conhecido civilizações na sua utilização como indoarios, chineses, japoneses, índios, hindus, mongóis, celtas, Aztecs, bascos e muitos outros. O seu significado é o mais antigo dos nórdicos símbolo do sol, como é explicado antes, e nós sabemos que foi o objeto de adoração e respeito, é um sinal dos Lordes ou Aryans. Ela está ligada ao mundo mágico, espiritual e "cósmica deuses", como Siva, Indo-Aryan deus que tinham registado em suas representações swástika e é portador de energia universal a mesma transportadora que Odin ou Wotan (chamado Odin na Escandinávia e nos Wotan Germania ). Mas, mais do que qualquer outro aspecto, vamos centrar-se em swástika ou hindu swastika como este foi de particular interesse para os nacionais socialistas e do Führer Adolf Hitler.



A swastika significa "o grande roda de cada vez", irresistibly roda que gira em sua própria imutável marcando seu destino, o seu espaço-temporal expressão. No livro de SS N º 3 de 1944, Fritz Reich descreve o efeito sobre o virar do swastika: "Sim, o crepúsculo dos deuses é absolutamente absurdo sem uma nova aurora dos mundos ótica germânica. A transformação do mal - Será cumprido em boas condições quando "maus tornam-se melhores e Balder trás." Certeza mais sagrados aria quer à luz finalmente triunfo sobre trevas, a boa durante o mal. Ela encontrou a sua expressão no atemporal ensinamentos do grande persa Aryan Zaratustra em uma era Ilustre ".





A swástika "sinistrógira", que é orientado em direção à esquerda, simboliza o caminho de volta à origem, à Hiperbórea. Miguel Serrano diz que a swástika é um sinal do sol nórdicos origem aryo, posthiperbórico. Após a perda da Hiperbórea, juntamente com a terra e partem do Eixo do bem estar início às estações, o Aryans hiperbóreos trazer esta casa rúnico sinal de Runa Gibur, representando o sol promotor do Ano da Terra e do movimento das quatro estações do ano. Assim, os quatro ramos do swástika representam Primavera, Verão, Outono, Inverno e seu movimento do centro fixo e imutável dentro do círculo do ano. Dependendo do lado para transformar as extensões do Red, de modo que será o movimento da swástika. "Hitlerismo Esotérico" National esotéricos, alega que quando é deslocado para a direita-swástika Dextrógira-significaria a perda de Aurea, ou Golden Age, após o colapso da Hiperbórea, com o desvio do Hub Terra. Este swástika dextrógira simboliza o Êxodo ou migração de Polar semidivinos Aryans hiperbóreos, a variação movimento da Terra girando sobre si mesmo e ao "saltar para os polacos", afirma Miguel Serrano. Pode ser visto essa variação no conchas de moluscos marinhos e algumas pedras muito antigo, encontrado na Antártida, onde espirais estão rodando no sentido oposto ao atual rotação da Terra. A swástika "dextrógira" está rodando na direcção dos ponteiros do relógio e da Terra hoje. A swástika Levógira ou siniestrógira (esquerda), que escolheu Nacional Socialismo, a inverter a direcção gira no sentido horário e hora da terra hoje. Assim, o swástika regresso à Hiperbórea. A Guerra do esotéricas Hítler foi feita seguindo o mesmo sentido: a Polónia, Dinamarca, França, Grécia, Cáucaso. Desde aí teria sido liderada pela Sibéria e do Deserto de Gobi o Pólo Norte, para novamente colocar o Hub da Terra e recuperar a Golden Age. Miguel Serrano diz que a Avatâra, Adolf Hitler, antes de finalmente voltar à Hiperbórea Extraterrestrial (antes da Hiperbórea Norden), em seguida transfigurar Terra. Com esta declaração deixou claro o absurdo de todas as explicações simplistas da alegada swástika levógira demoníacas e outras dextrógira benéfico. Bo também religião, o velho Tibete, o budismo Mahayánico anteriores, foi o emblema swástika levógira do nacional-socialismo. A swástika em qualquer direção que está representado, é originalmente um símbolo rúnico, como já expliquei, os povos nórdicos e heróicos, Aryans e brancos, de origem divina.



A swástika Ground:



A swástika água:



A swástika-fogo:



A swástika ar:

O mesmo deus Thor, deus da forja e blacksmiths' representante por excelência da mitologia nórdica, que transportam o martelo com Swástika, que protege as crianças do Black Sun. Ela marcou a conclusão Nacional recordar solstício de verão, quando a vitória do sol sobre as trevas, ou "os homens sobre o sol das trevas".



Aquila.



No que diz respeito à águia imperial, Alfred Rosenberg, diz que "aryas" ao mais alto planaltos e regiões da Ásia Central foram o "pássaro com os picos (a águia), o rei das montanhas… quem pode ver o sol frente, cara a cara… ". A águia imperial, portadora do sinal do império (os swástika) e colocado no nacional-socialista alemão banner é o mesmo sinal da invencível legiões, ou das tropas napoleónicas. A tradição diz que o imperador Juliano, o último imperador romano ", a noite antes que ele morresse uma ferida de guerra na Pérsia, teve uma visão: ele viu as águias do Império de Roma (sinal de Zeus-Júpiter) voando para Leste, a Ásia, ao amparo de quase dois milénios na montanha mais alta do mundo (o Himalaia). Após o período de retirada, a águia, ele retornou para o Ocidente exercer o sagrado símbolo (swástika) à Empire como aclamara. Este é o Contexto em que temos de encontrar o significado da águia trazendo-nos a Nazi swastika das montanhas mais altas do mundo. Assim, o Nacional Socialismo alemão tentou ser administrador para a tradição imperial, reivindicando para si o direito de ser legítimo herdeiro de O império romano (Reich), e águias de Zeus-Júpiter.



As Runas.



Alguns acreditam que o alfabeto rúnico foi desenvolvido baseado no grego, mas outros investigadores encontraram indícios de um antigo escrito prerrúnica que remonta ao fim da era glacial. O rúnico alfabeto tem 24 letras e cada letra é, em si, um mágico e místico significados simultaneamente.



O conhecimento de runes conseguiu Wotan (Odin) colgándose nove dias na árvore cósmica de horror e hiriéndose (Yggdrasil), com uma lança na parte lateral, que é uma prática initiatic chamánica. Projetada em rituais mágicos, os antigos germânicos dotaban runes das grandes potências. Tacitus descreve em seu "Germania" uma prática baseada oracular varas de madeira com alguns que foram registrados runes. Devidamente ritualizadas, inscrições rúnicas espadas ou outros objectos no dotaban um poder excepcional. Quanto à SS runes da sua origem está na antiga guerreiros germânicos, que esculpían sinais rúnicos sagrado na bainha espadas eles utilizados em combate. Eles foram anexados a esses sinais valorizados mágica sabedoria, a protecção eo poder, permanecem gravadas em navios e solene locais para proporcionar segurança e estabilidade para o povo. Os SS foram identificadas com esses guerreiros Teutons e sua mitologia germânica a ser os guardiães da pátria ancestral na Escandinávia.



Baron Sebottendorf, fundador da Ordem de Thule, acreditava que o runes foram "poder esotérico original". Rudolf J. Gorsleben tentou reconstruir a ciência espiritual de runes e os seus poderes mágicos como condutores de energia que anima todo o universo e influencia o mundo material. Assim, o runes são o elo de ligação entre o macrocosmo eo microcosmo do homem Aryan permitindo mística união com Deus. Segundo Gorsleben, o mais sagrado de todos seria Hagal runes, que são encontradas no hexágono, o fleur-de-lis de heráldica e mesmo na pirâmide de Cheops, como o original Aryan civilização tinha sobrevivido sob diversas formas culturais. Gorsleben afirmar que as várias formas de cristalização projeções foram minerais sólidos geométricos e runes, a sua materialização cósmica.



Os familiares ariosofista Guido von List, em 1902, quando ele foi cataratas, sofreu onze meses de cegueira transitória, no decurso da qual o olho olhar dentro dele germânica religião ea origem das runes, revelações de que tentou reconstruir o original Aryan Linguagem que deu origem a todas as outras. Esta língua é um mágico língua em que cada palavra tem um poder ligado a um princípio absoluto. Lista interpretado, de um lado as letras e os sons da runes e, antigas inscrições e emblemas e apresentou as suas conclusões em "O segredo do runes" (1907). Ocultismo rúnico surgiram a partir deste trabalho foi a principal chave para o esotericism da Lista, que ganhou grande popularidade no início do século XX, especialmente durante a Primeira Guerra Mundial.



Karl Maria Wiligut, alguns conhecidos como os "Rasputin", de Himmler, alegou ter recebido seu oculto conhecimento do seu avô Karl. Para Wiligut runes conter codificados em toda a sua história da criação do homem, surgiu nos tempos antigos, nos territórios dos Pólo Norte. Eles tinham vivido uma corrida ethereal luz e profunda sabedoria que, entretanto, tinha sido degenerar ao longo do tempo devido à degradação provocada pelo seu sangue com mistura racial telúricas raças. Actualmente, apenas os iniciados têm acesso à misteriosa linguagem de runes, acessíveis através de chaves secretas.



Wiligut Himmler comissionados para conceber um anel com que honra o extraordinário mérito dos mais proeminentes membros da SS, o chamado anel de calabera (Totenkopfring), que foram emitidos com um certificado descrevendo tanto ornamentação como seu simbolismo. Neste anel, e três estão a swastika sinais rúnicos. Cujo sentido foi tomada quase literais de Guido von List:



-- A Lenda do swastika é "Conheço um com Deus, o Eterno".



-- O rune Hagal: "assegura o universo em você e dominaras o universo."



-- A Sun rune: "espítu criador sempre vence".



-- Dual Sig rune, seguido por aquilo que parece ser uma sobreposição de Tyr rune com o Eixo, masterminded por Wiligut si mesmo: "a força do seu espírito torna-lo livre".





O trabalho Alquímica.



Finalmente, comentário interessante que as cores da bandeira nacional-socialista alemão (preto, branco e vermelho) são os da Alemanha Imperial, embora não é por acaso que as pessoas que estão utilizando os discípulos de Manes, maniqueísta religião ea tradição de hermético. Portanto, como alquimia, o homem começou nesta faixa experiência em iniciar o processo do trabalho (alquimia) para os negros ou "nigredo", o trabalho em branco ou "albedo", e finalmente, a trabalhar para o vermelho ou "rubedo" Ou seja, a conversão através das necessárias início, o homem vulgar no homem espiritual, graças à alquímica processo:



A nigredo-ou preto (decomposição)



O albedo-ou branca, e (purificação)



-- A rubedo ou vermelho (ou a ressurreição Matter Incorruptible).

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Filosofias e Princípios Irm Ambrósio Preters (*) Filosofia é uma ciência, a rainha das ciências, expressão maior da busca racional da verdade. A Filosofia é a ciência da Lógica. Ela se propõe ampliar progressivamente a compreensão da realidade que nos rodeia, isto é, apreender o mundo como uma totalidade, e isto inclui a sua origem e a sua causa primeira, ou Causador Primeiro, que costumamos denominar Deus. A Filosofia como ciência não pode, em sentido amplo, partir de pressupostos aleatórios que não possam ser demonstrados logicamente, ou de fatos não passíveis de serem submetidos a experiências repetitivas ou a experimentação científica padronizada. Em sentido restrito, pode a Filosofia também ser definida como um compósito de estudos ou considerações tendentes a reunir, num conjunto ordenado, determinados conhecimentos expressamente limitados a um campo de cultura ou pesquisa. Assim, podemos ter a Filosofia da Ciência, a Filosofia Social, a Filosofia da História etc. Os estudos filosóficos, no sentido de busca incessante da verdade, ou seja, do conhecimento do mundo que nos rodeia, pode eventualmente partir de pressupostos ou premissas liberalmente aceitas que componham conjuntos ou sistemas de teses doutrinárias de uma determinada época ou país, ou de determinado ideário como, por exemplo, a Filosofia Grega, a Filosofia Cartesiana, a Filosofia Cristã e, evidentemente, a Filosofia Maçônica etc. Em razão desses princípios, filosoficamente falando, são justamente essas proposições, pressupostos, preceitos ou regras diretoras, que subordinam e delimitam todo o desenvolvimento posterior dessas filosofias restritas a seus determinados campos, grupos, regiões ou épocas. Esses diversos pressupostos podem classificar-se como máximas, que são princípios básicos indiscutíveis da ciência e da arte; axiomas, que são premissas imediatamente evidentes admitidas universalmente como verdadeiras sem exigência de demonstração; teses, que são proposições apropriadas à compreensão de fatos específicos - teorias, que são conjuntos de princípios fundamentais de uma arte ou de uma ciência; hipóteses, que são proposições ou conjuntos de proposições provisórias, que antecedem outras, servindo-lhes de fundamento. A Filosofia Geral, ou Filosofia Pura é um campo ilimitado do pensamento quando pode se desenvolver num ambiente de plena liberdade cultural e de consciência, sempre tomando como ponto de partida as possíveis proposições referidas no parágrafo anterior: máximas, axiomas, teses, teorias, hipóteses, sem nenhuma limitação. Embora essas liberalidades de seu desenvolvimento, não parecem razoável especular apenas pelo prazer de especular, pois assim a grande ciência da Filosofia deixaria de ser grande, porque não levaria a lugar algum; levaria apenas ao conhecimento pelo conhecimento, seria um diletantismo infrutífero. Como disse Platão, a Filosofia só se justifica se for uma busca do conhecimento para o bem do homem e o bem máximo do homem, sua suprema felicidade, é a percepção e a contemplação plena da verdade. Sob esse aspecto a Filosofia somente se justifica como instrumento da busca da verdade em benefício da humanidade. E o que será essa verdade de que tanto se fala na Filosofia? As concepções de verdade podem apresentar três faces distintas: a verdade como correspondência; a verdade como revelação; a verdade como conformidade. A concepção de verdade como correspondência nos diz que a verdade não está nas coisas percebidas e sim em nossa mente. Nas coisas está a medida da verdade. Isso significa que verdade é afirmar aquilo que alguma coisa é aquilo que é e como ela é (exemplo: todo cão é um animal); falso é dizer que alguma coisa é aquilo que não é (exemplo: todo cão é um gato). Verdade é aquilo que as coisas manifestam ao homem e que é percebido pelo homem. A neve é branca porque o homem a percebe assim e porque a neve se manifesta assim. A brancura da neve existe porque o homem se apercebe dela. A brancura da neve não está na neve, está na mente do homem. Num mundo sem homens e sem luz não haveria cores; a existência de cores depende da luz e da percepção do homem. Essa é a definição de verdade como correspondência. E a concepção popular. Ampliando o que dissemos a respeito da brancura da neve, podemos afirmar que o próprio Universo existe porque existe a energia que o permite manifestar-se e porque existe o homem que o percebe. A verdade como revelação tanto pode ser a verdade empírica que nos é revelada a partir da manifestação das coisas que existem na natureza (exemplo: a chuva molha), como pode também ser a verdade metafísica, ou teológica, simplesmente intuída, ou então comunicada ou revelada por um Ser Supremo a uma pessoa ou a um grupo de pessoas privilegiadas, ou a um povo escolhido. A verdade revelada não é submetida a discussões filosóficas. A verdade revelada pela natureza, por um ser sobrenatural ou por algum homem iluminado, é simplesmente aceita como ponto de partida para a busca de verdades dela derivadas. A verdade revelada exclui a busca livre da verdade, uma vez que restringe a busca às verdades derivadas da revelação. Esta concepção parte da suposição primária básica de que existe um Deus, corpóreo (Cristianismo) ou incorpóreo (judaísmo, Islamismo), que em certo momento de sua existência eterna decidiu comunicar a verdade a algum habitante do nosso imenso universo , ou de que há uma natureza que se revela a nós através da ciência ou de percepções pessoais. A existência de um Deus de concepção teísta não pode ser filosoficamente demonstrada, e em razão disso recusam-se os adeptos da verdade divina revelada a discutir a existência do seu Deus que crêem inquestionável. De outra parte, isso se assemelha à revelação das verdades pela natureza através da ciência, também tida como inquestionáveL A formação de filosofias modernas, que apareceram após o advento do Racionalismo partem dos princípios científicos stricto sensu, isto é, acadêmicos. A diferença está em serem estáticas as revelações divinas, ao passo que as filosofias naturais evoluem com a evolução da ciência. A verdade como conformidade é a que concebemos como conforme aos mandamentos e aos princípios de um sistema de conhecimentos, ou conforme a um conjunto de conceitos que aceitamos como correto a partir de um sistema de verdades reveladas. Aqui se enquadram os dogmas e os mandamentos das religiões, as definições das escolas filosóficas, os textos dos livros sagrados etc. A maioria das escolas ou correntes filosóficas admite como verdadeiros os conjuntos de princípios definidos a partir da verdade como correspondência, isto é, da verdade deduzida a partir da percepção da natureza, da percepção pela observação direta, ou da percepção através do método científico, da própria Filosofia e assim por diante. É a Filosofia não dogmática. já a maioria dos sistemas religiosos aceita um conjunto de verdades reveladas pelo Ser Supremo, a partir das quais os grupos religiosos formam conjuntos diversificados de conceitos julgados não questionáveis, que constituem a verdade como conformidade de cada um deles. À verdade das escolas ou correntes filosóficas se chega através do livre exercício do pensamento, ou seja, através da Filosofia Geral ou Pura. A verdade dos grupos ou sistemas religiosos é uma verdade definida ou dogmática a que se chega através da revelação, isto é, da pura aceitação, da fé. (*)Irm Ambrósio Preters A R L S "Os Templários" GOB/Paraná Or de Curitiba - PR. Escritor, Historiador Filosofo e Livre Pensador.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Revista Osíris Revista Osíris é propriedade da Sociedade Teosófica de Portugal. Os textos que aqui apresentamos, são alguns dos que pode encontrar na Revista, de números antigos. Para receber algum exemplar antigo ou actual ou para assinatura, escreva para o e-mail: geral@sociedadeteosoficadeportugal.pt About Me Name: Sociedade Teosófica de Portugal Location: Portugal View my complete profile Osíris Nº 1 Nº1 - NOTA DE ABERTURA / EDITORIAL Dr. Lício CORRE... Nº 1 - VOZ DE ADYAR CRIATIVIDADE OU CONFORMIDADE R... Nº1 - HARRY POTTER E A ANTIGA SABEDORIA John ALGEO... Nº1 - VIDA E ENERGIA Rui ARIMATEIA Toda a criat... Nº1 - A Teosofia e o Estudo Comparado das Religiõe... Nº1 - Modernidade do Ensinamento Eterno Trân-Thi-K... October 2005 December 2005 January 2006 Visitas Links Sociedade Teosófica de Portugal Notícias The Theosophical Society Sociedade Teosófica no Brasil Theosophical Society in America Saturday, January 07, 2006 Osíris Nº 1 posted by Sociedade Teosófica de Portugal | 6:11 PM | 2 comments Saturday, December 31, 2005 Nº1 - NOTA DE ABERTURA / EDITORIAL Dr. Lício CORREIA Presidente da S.T.P. “A Teosofia tem sido chamada a Antiga e Divina Sabedoria. As suas verdades são encontradas nos testemunhos acumulados de incontáveis gerações de profetas iniciados; está relacionada com as leis da natureza e com os estados físicos, mentais e espirituais do Homem. A sua completa compreensão está, por enquanto, para além da capacidade do Homem e devido a isso foi, através dos tempos, uma doutrina secreta, um corpo de ensinamentos misteriosos revelados somente aos poucos avançados...” (Extracto de um folheto da S.T. Inglesa.) 1. Consideramos partir desta ideia central (bem esclarecedora do que é a Teosofia) na qual os verdadeiros Teósofos devem ser entendidos como pesquisadores que avançam continuamente na senda do conhecimento, provenha este do exterior ou do interior de si próprio, desde que a sua aquisição não seja egoísta mas –bem pelo contrário- uma bússola orientadora que permita responder e concretizar aquelas que são as cada vez mais perceptíveis necessidades do mundo - a expressão de altruísmo, o amor e o serviço. 2. Neste contexto a revista surge como mais um instrumento de trabalho, eventualmente privilegiado, que se pretende eficientemente organizado no sentido de uma mais clara compreensão, divulgação e concretização dos objectivos estruturais da Sociedade Teosófica, sem esquecer que não é por acaso que nos encontramos no contexto karmico/cultural que é o do espaço português. Para tal assume um carácter simultaneamente diversificado e enriquecedor, quer no modelo da respectiva organização quer na diversidade complementar dos temas que integra e de que este exemplar é já um significativo exemplo. 3. Saudamos o passado de todas as publicações que nos precederam, através das diferentes formas que foram assumindo, bem como todos os Irmãos e Irmãs que nela colaboraram, pelos momentos de elevação e inspiração que nos propiciaram, enquanto ansiamos pelo seu futuro, o que nos estimula e anima com todo o empenhamento e criatividade a prosseguir -decidida e esclarecidamente- “no caminho”. Importa também compreender e assumir o que somos, pois só assim -pela capacidade crítica de análise e autoconhecimento- estaremos em condições para agir de modo equilibrado e firme e consequentemente com capacidade para contribuir positivamente, com alguma coisa, no sentido de ajuda à evolução universal. 4. A existência de um número significativo de Teósofos, dotados de sensibilidade, conhecimento e experiência, constituem uma garantia para a concretização desses aspectos que temos de saber aproveitar e potenciar. Podemos e queremos fazê-lo. Afinal e bem a propósito recordamos um autor bem português, Miguel Torga quando disse: “quem faz o que pode faz o que deve”. Podemos e devemos fazê-lo. 5. Daí que naturalmente se rejeitem as perspectivas de análise centrípetas, “nacionalistas” ou fechadas, as quais eivadas de fundamentalismo -um dos males do mundo actual- para mais não servem que para promover um maior afastamento dos homens entre si. De facto Fraternidade é exactamente o contrário. Por isso, não vamos por aí. Esta revista não será nem uma arena de confrontos pessoais e como tal de raiz egoísta, nem um forum de debates estéreis e consequentemente alienantes, em relação à busca da concretização dos grandes objectivos em que relação aos quais se tem de organizar a estrutura central do pensamento orientador da acção Teosófica. Não acção pela acção, mas assente numa análise crítica, profunda e atenta aos acontecimentos preocupantes, que constatamos num mundo globalizado -para o bem e para o mal- onde os valores materiais e as capacidades técnicas progridem a um ritmo avassalador em relação ao progresso dos grandes valores éticos e espirituais. 6. Porém tudo o que permita efectuar abordagens de fundo teosófico, tudo o que inspire e reflicta a possibilidade de estimular uma cultura fraterna, assente na busca incansável da Verdade e do Saber e ainda tudo o que permita compreender melhor o Homem (considerado na complexidade da sua sétupla natureza) em relação ao seu papel no universo, tem nesta revista o seu espaço próprio e natural. Visa-se a afirmação de uma Revista de todos os Teósofos para todos os Teósofos e ainda para aqueles que, na Teosofia, buscam encontrar as respostas que faltam na sua vida. Não representando nem uma ruptura nem uma continuidade, ela constituirá sim mais um novo ciclo (na já longa existência do órgão da STP) entre os muitos que o processo da Vida contém. Vida é também renovação ... Assim será e é assim que deve ser entendida. 7. Porquê o nome Osíris, já no passado adoptado pelo órgão “oficial” da STP? Para uma melhor compreensão da relação entre os aspectos que referimos e o nome de novo adoptado recorramos, de modo necessariamente sintético, ao respectivo mito tal como foi apresentado na notável obra “De Iside a Osiride” do autor grego Plutarco. Osiris é o filho mais velho de Geb (a terra) e de Nut (o céu) dos quais herda a soberania terrestre enquanto, como rei civilizador, ensina e arranca os egípcios da “sua existência de privações e de animais selvagens”. Dá-lhes lei, ensina-os a respeitarem os deuses e oferece-lhes a civilização. Neste papel Osiris surge com o nome de Unennefer “o Ser perpetuamente bom”. Como é sabido seu irmão Set, roído de ciúmes, assassina-o e depois de várias peripécias corta o seu corpo em pedaços que espalha por todo o Egipto. Isís (expressão suprema do Amor) com a ajuda de sua irmã Néftis procura-o incansavelmente por todo o Egipto e contando com ajuda de Anúbis, consegue reconstituir Osiris .O Deus Tot, senhor dos conhecimentos das ciências e da escrita, devolve-lhe entretanto a vida -mas numa forma superior de existência- pelo que, a partir de então, Osíris reina no Além. Este notável mito apresenta-nos Osíris como um ser que na terra sofreu, enquanto -pela solicitude da força poderosas do amor de Ísis- triunfou dessa dura prova nascendo de novo. Daí que todos anseiem por se identificar com ele no Além, por constituir o único Ser que traz a cada um a inspiradora esperança da Vida Eterna. Para além de muitos outros aspectos, cuja exegese de momento não importa aprofundar e para além de um mito, que nos fala do Bem e do Mal, tanto como da poderosa força transformadora que é o Amor, estamos também ainda perante um mito que nos fala no caminho para a Vida Eterna e na evolução para outros planos de existência, que nos permitem um eterno renascer . Seria possível encontrar, no contexto actual, um melhor nome para a Revista da Sociedade Teosófica de Portugal ? posted by Sociedade Teosófica de Portugal | 4:13 AM | 0 comments Nº 1 - VOZ DE ADYAR CRIATIVIDADE OU CONFORMIDADE Radha BURNIER in The Teosophist, Outubro 2003 Um passarinho sobre uma árvore pode instintivamente bater as asas antes de ser capaz de voar, mas o instinto não é a base de todas as suas acções. Podemos ver muitas vezes os pais junto da sua prole, ensinando-lhe a bater as asas, enquanto que o filho os imita e aprende. Aprender por imitação é necessário para a sobrevivência. Ocasionalmente, pode haver um jovem desobediente que recusa aprender. Por exemplo, quando um corçozinho experimenta afastar-se e a sua mãe lhe indica que há perigo, ela pode castigá-lo e ele aprende a fazer o que a mãe faz - sentar-se tranquilamente ou correr. A imitação, fazendo parte do processo de sobrevivência, está enraizado no cérebro humano que evoluiu através de um longo período de tempo. Estamos todos profundamente condicionados a fazer como os outros. A linguagem também se aprende por imitação. Os bebés imitam os sons que os adultos fazem. Em casos raros, quando um bebé foi criado na selva por um animal, a criança não obtém a possibilidade de aprender a linguagem humana. Talvez ela aprenda a falar como os animais, seus pais adoptivos. Assim, a conduta e o pensamento humano são geralmente mecânicos, não reflectidos, porque pode haver imitação sem que seja necessário examinar os pensamentos e as acções. É por esta razão que a sociedade humana não muda facilmente. Cada geração herda inconscientemente atitudes e reflexos das precedentes. Dado que a maioria das pessoas são conformistas, a criação de uma nova sociedade, com um melhor sentido dos valores, é muito difícil. Realizam-se grandes reformas no mundo somente quando os indivíduos com poder magnético sustentam um pensamento independente. Muitas vezes é perigoso não se conformar com os modelos de pensamento e de acção religiosos, políticos e outros. Para Jesus era perigoso ser o que era. Assim, mesmo as pessoas que compreendem as desvantagens da conformidade, continuam a ficar na rotina, receando o desconforto e o perigo de serem “estranhos” na sociedade. A imitação e a conformidade tomam formas variadas: imitar a conduta dos actores nos filmes, experimentar manter-se com os seus semelhantes, ou seguir estupidamente a moda, por mais desconfortável ou desadequada que ela possa ser. A atitude imitativa acontece muitas vezes no modo de fazer o que é saudável e razoável. No entanto, alguém pode conformar-se conscientemente no que diz respeito a matérias sem importância. Rebelar-se com bagatelas é uma perda de energia. Isso atrai a atenção para si mesmo sem necessidade e provoca o conflito. Por conseguinte, é de bom senso adaptar-se ao meio ambiente e às circunstâncias comuns até certo ponto, mas a completa adaptação não é desejável porque bloqueia o desenvolvimento dos indivíduos e a mudança para melhor na sociedade humana. O que se chama a tradição é muitas vezes a pressão que a sociedade exerce sobre o indivíduo para que se submeta a um modelo. É certo que há algumas tradições e princípios que são valiosos, mas também há superstições, crenças e costumes transmitidos através das gerações que não têm sentido e até prejudicam. A ordem na sociedade é mantida, até certo ponto, impondo aquilo que uma longa prática deu a conhecer como sendo benéfica. Os pais têm razão em obrigar um filho a escovar os dentes ou a tomar um duche, mesmo quando ele não o quer fazer. Mas tais exigências não podem ir além disso. O cidadão deve obedecer à lei, mas deve ele conformar-se com as leis que são injustas? Também é importante desenvolver a reflexão e examinar e reexaminar seriamente todas as tradições e todas as convenções artificiais. O Dr. R.A. Mashelkar, eminente cientista, escrevendo sobre as Primaveras da Criatividade Científica (the Teosophist - Março de 2002) diz isto: As barreiras mentais entravam a criatividade. Reconhecê-las e ultrapassá-las é crucial para aumentar a criatividade científica... Algo se fixa na paisagem mental. O que existe por detrás da barreira torna-se não só desconhecido como inimaginável. Grandes progressos na criatividade podem ser realizados desenvolvendo a coragem de reconhecer e ultrapassar as barreiras mentais... A habilidade para ver o que todos os outros vêem, mas que leve a pensar o que nenhum outro pensa, é a marca de um grande cientista. Os cientistas são treinados para não tomar nada por adquirido mas sim para interrogar e examinar todas as coisas, cem vezes ou mais, se for necessário. Mesmo neste caso, os modelos mentais instalam-se e toda a gente questiona sobre as mesmas normas: em consequência, não se obtém nenhuma resposta nova para o problema. Algumas aberturas notáveis surgiram porque alguém colocou uma questão inesperada ou mesmo extravagante. No campo espiritual, é ainda mais importante para o mental ficar completamente aberto e não estar fixo nos modelos conhecidos. No mundo, os problemas mais sérios nascem quando há uma falta de compreensão das relações entre mestre e discípulo, pais e filho, uma comunidade e uma outra, e se transmitem de geração em geração, sem que sejam questionadas. Isto é uma base de antagonismos e conflitos que se tornam endémicos na sociedade humana. Cada membro da ST subscreve os seus objectivos, indicando assim o seu reconhecimento da necessidade de fazer nascer uma nova sociedade humana, onde prevaleçam a cooperação e a fraternidade. Mas se o seu mental continua a estar condicionado pela tradição e por ideias convencionais vindas do meio ambiente, poderá manter as diferenças em vez de promover a fraternidade. Consequentemente, temos a obrigação de examinar como pensamos. Será que imitamos o mundo em geral e separamos os interesses da nossa família dos das outras famílias, os da nossa nação dos das outras nações, e assim por diante? Para nos libertarmos dos actos impressos no nosso cérebro, devemos aprender a ser cada vez mais conscientes de que a conformidade e o pensamento imitativo são a causa da estagnação na sociedade e da ausência de criatividade no indivíduo. Radha BURNIER Presidente Internacional da S. T. Para sermos verdadeiros teósofos, devemos viver inteligentemente, olharmo-nos objectivamente, ver como funcionam os nossos pensamentos e de que maneira eles contradizem o princípio fundamental da Teosofia. Este princípio é o da Fraternidade e implica aprender a reconhecer a Natureza imortal em todas as pessoas e dar-se conta de que isso é muito mais importante do que a aparência exterior . Radha BURNIER Não há outro caminho posted by Sociedade Teosófica de Portugal | 4:10 AM | 0 comments posted by Sociedade Teosófica de Portugal | 4:09 AM | 1 comments Nº1 - HARRY POTTER E A ANTIGA SABEDORIA John ALGEO Os livros de Harry Potter, da autoria de J. K. Rowling, constituem um fenómeno a um tempo fantástico e mágico. É uma obra vinda não se sabe donde, no âmbito do mundo editorial, mas que se tornou rapidamente o maior sucesso de vendas do nosso tempo no campo da literatura juvenil, sendo os filmes baseados nela igualmente populares. Os livros de Harry Potter são um exemplo vivo de três géneros literários. Um é o romance de formação (bildungsroman), ou a história da educação moral e psicológica do protagonista; Harry Potter é o aluno num colégio interno, mas também apresenta essa condição na escola da Vida. Outro género é o romance da demanda, no qual o protagonista enfrenta uma série de provas, que uma vez vencidas, conduzirão à descoberta de um grande tesouro – que no caso de Harry é o conhecimento de si próprio. O terceiro é o conto de fadas, cuja personagem central é frequentemente um órfão; Harry é órfão, e, por conseguinte, um representante adequado de todo o ser humano, pois todos nós somos, segundo as palavras dos grandes Mestres da Teosofia, membros da “pobre humanidade órfã”. Harry faz parte de uma família de Feiticeiros, mas foi criado por Muggles, ou seja, Não-Feiticeiros, portanto ignora o seu passado e os seus poderes latentes. Não obstante, é chamado à escola de Feitiçaria e Magia de Hogwarts onde vai passar sete anos a receber educação em magia, e também adquirir maturidade moral e psicológica. Em Hogwarts, ou a partir desse local, Harry vai envolver-se numa série de demandas que fazem parte, na sua totalidade, de uma demanda ainda mais abrangente e superior que é a de descobrir quem é e o que é. Quatro livros editados, e mais três em projecto, são apelativos tanto para os jovens em idade como para os que se sentem como tal, sob o ponto de vista afectivo. Esse apelo baseia-se na perícia e capacidade da autora como contadora de histórias, mas também na visão do mundo das próprias histórias que – fica aqui a sugestão – é compatível com a Antiga Sabedoria. A extensa e profunda familiaridade de Rowling com o mito, a lenda, a magia e os estranhos e surpreendentes laivos de recôndita informação esotérica são o material base com o qual ela tece a sua teia do relato mágico. Os livros criam o seu próprio mundo, cuja integridade e coerência é essencial para a fantasia de qualidade. No entanto, são também passíveis de ser interpretados, ou, para usar o termo de J. R. R. Tolkien, “aplicados” a outros contextos, tal como a Teosofia com a qual Rowling está familiarizada, como é evidente através da clara referencia em Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban à autora fictícia “Cassandra Vablatsky” e a sua igualmente fictícia obra O Futuro sem Véu. “Vablatsky” é uma metátese de “Blavatsky” e Cassandra uma substituição adequada de “Helena”, porque Cassandra era filha de Príano, rei de Tróia, uma profetisa que dizia sempre a verdade mas na qual ninguém acreditava, e porque a história de Cassandra é uma parte da grande guerra da Ilíada, causada pela posse de Helena. Mais ainda: a obra fictícia O Futuro sem Véu sugere Isis sem Véu, o trabalho mais magistral de Helena Blavatsky. Embora “Cassandra Vablatsky” demonstre que Rowling tem algum conhecimento da Tradição Teosófica, não pode, de forma alguma, assumir-se que esse conhecimento seja profundo ou extensivo. É, no entanto, interessante que muitos conteúdos dos livros de Harry Potter alinhem de forma paralela com o pensamento teosófico. Em tal paralelismo não está necessariamente implícito um conhecimento detalhado de tais ideias por parte da autora, pois pode surgir de forma independente a partir da familiaridade desta com os mitos, lendas e símbolos que constituem a Sabedoria Antiga, ou até níveis profundos e inconscientes da psique, onde a Sabedoria se encontra alojada na mente-coração de cada ser humano. POLARIDADES Um dos temas teosóficos de Harry Potter é o da Polaridade: espírito / matéria; vida / forma; energia / massa; Ying / Yang; esotérico / exotérico; etc. Algumas destas polaridades são notoriamente visíveis nos livros. Uma delas é a dos Feiticeiros contra os Muggles, duas espécies de pessoas que habitam o mundo de Harry Potter. Os Feiticeiros são sábios no âmbito da magia; os Muggles são cabeça-dura e estão fora do mundo da magia, embora estejam hábeis sob o ponto de vista tecnológico para compensar a sua falta de poderes; enfermam de falta de imaginação e têm espírito de filisteu. Feiticeiros e Muggles são, na prática, espécies diferentes que raramente se misturam e que às vezes se compreendem mal mutuamente. “Todas as pessoas da tua família são feiticeiras?” perguntou Harry… “Oh – sim, penso que sim”, disse Ron. “Acho que a minha mãe tem um primo em segundo grau que é contabilista, mas nunca falamos sobre “ele”” (Harry Potter e a Pedra Filosofal). Estas espécies contrastantes de sábios e cabeças-duras são paralelas aos dois tipos de pessoas identificadas em “Aos Pés do Mestre” (um dos clássicos espirituais da Teosofia): Há duas espécies de pessoas no mundo – os que sabem, e os que não sabem; e esta sabedoria é o que interessa. A sabedoria em questão é a da realidade de um plano organizado do universo e do lugar dos seres humanos nesse plano. Os Feiticeiros são etimológicamente aqueles que sabem. Os Muggles são a outra espécie. Outra categoria de polaridade é a do Bem contra o Mal. Esta polaridade é bastante diferente entre os Feiticeiros e os Muggles. Há bons Muggles e maus Muggles, bem como bons Feiticeiros e maus Feiticeiros. Claro que as duas figuras arquetípicas do Bem e do Mal, nos livros de Harry Potter, pertencem ambas à espécie dos Feiticeiros. Albus Dumbledore é reitor em Hogwarts e o maior feiticeiro vivo. O seu primeiro nome, Albus, é a palavra latina para “branco”, sendo ele portanto em mago “branco” ou um mago bom. A primeira parte do apelido Dumb, é a palavra inglesa para “silencioso, mudo”; a lembrar-nos que a verdadeira Sabedoria é frequentemente tomada por estupidez por aqueles que não sabem. (Exemplo: a figura literária do louco-sábio). Mais ainda: Dumble rima com humble (humilde); os verdadeiros sábios são humildes, pois sabem o quanto está ainda por saber. A última parte do nome do reitor, dore é uma homófona de door (porta); este sábio reitor é a porta através da qual Harry vai entrar na vida da Aprendizagem e do Serviço. Por outro lado, o arquétipo do Mal é Voldemort, a sombra e a némesis de Harry. Outrora aluno de Hogwarts, tal como Harry neste momento, Voldemort adoptou esse nom de mal quando ingressou na senda da iniquidade. Vol sugere a palavra germânica wollen, “querer, desejar”, e Mort é a raiz latina de “morte”. Portanto Voldemort é aquele que está ligado a desejos de morte (mort), o oposto da Sabedoria. Em Hogwarts, os dois melhores amigos de Harry, Ron Weasley e Hermione Granger, constituem outra polaridade. Ron pertence a uma velha família de Feiticeiros; Hermione a uma família Muggle. E eles equilibram-se entre si através de muitas características: Ron é calmo e introvertido; Hermione é faladora e extrovertida. Ron é tímido, com sentimentos de inferioridade, porque é o mais novo dos seus talentosos irmãos; Hermione é confiante e assertiva, uma distinta vencedora. Ron corre riscos; Hermione respeita a lei; Ron está cheio de energia masculina; Hermione de energia feminina. Com Harry, formam um triângulo de energias e de tipos de personalidades. A DEMANDA A questão última nos livros de Harry Potter é a descoberta de si próprio. Neste tempo, esta obra partilha um tema comum com as grandes obras de orientação espiritual da humanidade. A iluminação é a capacidade de responder correctamente à pergunta “Quem sou eu?”. Uma vez um estudante Zen foi procurar um Mestre Zen e perguntou-lhe o que fazer para atingir a Iluminação. O Mestre Zen retorquiu: “Quem faz a pergunta?”. O estudante que for capaz de responder a essa questão atingiu a Iluminação. Esta mesma pergunta é o tema principal dos Upanishades, e mesmo de todos os tratados espirituais de todas as grandes Tradições. Harry empreende a grande demanda de descobrir quem realmente é, no sentido mais simples, mais literal do termo que é tentar saber tudo acerca dos pais – mas também num sentido mais profundo: descobrir a sua própria natureza e a sua missão na vida. Essa grande demanda é retratada nos diferentes temas de cada livro da série: no primeiro livro é encontrar a Pedra Filosofal. “Filosofo” é o termo tradicional para alquimista, e a Pedra Filosofal é o produto mágico da arte do alquimista que transmuta metais básicos em ouro, e fabrica uma bebida, o Elixir da Vida, que confere a Imortalidade. (Parece que os editores americanos acharam a palavra “filosofo” demasiado árida e poeirenta, e portanto optaram por usar de preferência a expressão “Pedra do Feiticeiro”). A sua demanda da Pedra Filosofal leva Harry às caves e subterrâneos da escola de Hogwarts, onde a pedra foi escondida. Essa grande janela nas profundidades reflecte o antigo tema da descida ao mundo subterrâneo, que é a parte mais inconsciente da nossa psique, onde descobrimos verdades ocultas sobre nós próprios. A exploração que Harry faz do subsolo apresenta-se em sete níveis (reduzidos para cinco no filme): 1 – Harry e os seus amigos têm de passar um cão de três cabeças que guarda a entrada para os subterrâneos. O cão, embora se chame “Fofinho” na história, é Cerbero, o vigilante do mundo subterrâneo, ou Hades na mitologia grega. O cão é adormecido com a música de uma flauta, outrora oferecida a Harry, e que ele gosta de tocar com Hermione. Foi assim que Orfeu consegui entrar no Hades para resgatar a defunta esposa – tocando lira. A flauta tocada por Harry e Hermione é análoga ao instrumento da ópera de Mozart “A Flauta Mágica” em que Pamino e Pamina tocam durante a sua co-iniciação no fim da ópera. 2 – Quando os companheiros se precipitam pela entrada (tal como Alice pela toca de coelho abaixo) a sua queda é aparada com uma aterragem em cima de uma luxuriante planta chamada “Armadilha do Diabo”. Os tentáculos desta planta agarram tudo o que dela se aproximar, e vão ficando cada vez mais cerrados e apertados à medida que a vitima luta para escapar. Hermione todavia, recorda-se do que aprendeu no seu incessante estudo: esta planta foge da luz, portanto usa um feitiço para obter uma feérica iluminação no seu bastão. A Armadilha do Diabo sugere que aquilo que é doce e fácil é por vezes uma armadilha e que o mal e a opressão podem ser vencidos pela luz do conhecimento. 3 – Em seguida os companheiros chegam a uma câmara em cuja longínqua extremidade se encontra uma porta que só pode ser aberta com uma chave especial a escolher num molho de chaves aladas que circulam a toda a velocidade por todo o compartimento. Harry, que é um especialista, no que respeita a apanhar coisas enquanto voa na vassoura, consegue fazê-lo. O simbolismo é óbvio: precisamos da chave do conhecimento para abrir a porta dos planos internos, mas essa chave é fugidia, difícil de apanhar, e só pode ser obtida por aquele que está treinado para cumprir essa tarefa. 4 – Na câmara que se encontra atrás da porta, os companheiros deparam com um tabuleiro de xadrez para Feiticeiros, durante o qual as peças “comidas” são feitas em pedaços pelos vencedores. Ron, que é o mestre de xadrez do grupo, dirige os movimentos e finalmente sacrifica-se para que Harry possa obter o cheque-mate face ao rei em oposição. O jogo de xadrez é um eco de Alice Atrás do Espelho e é uma metáfora comum no que respeita ao jogo da vida. O auto – sacrifício heróico de Ron pelo bem dos outros coloca-o na categoria dos futuros bodhisattvas, que sacrificam o seu próprio bem-estar em benefício de todos. 5 – Deixando para trás Ron inconsciente, na câmara seguinte Harry e Hermione encontram um enorme e horrendo troll que é necessário vencer. Contudo, esse troll já tinha sido batido, de facto, pelos três companheiros que o tinham deixado inconsciente, estatelado no chão, quando aquele invadira as salas da escola. Vencer o monstro é controlar a própria sombra, ou Morador do Umbral, a materialização dos nossos erros e natureza bestial. Uma vez obtido esse controlo, o troll sombrio deixa de ser uma ameaça e pode ser manobrado à medida que for sendo necessário. 6 – Na penúltima câmara, Harry e Hermione estão encurralados entre paredes de fogo que só podem ser transpostas através da resolução de um enigma ou adivinha. Hermione, a cerebral deste conjunto de três, encontra a solução e Harry manda-a para trás para assistir Ron e ele segue em frente sozinho. Os fogos da paixão só podem ser dominados se soubermos qual é a resposta aos enigmas da vida. Esse conhecimento é ganho pelos verdadeiramente inteligentes e é isso que, de facto, significa a inteligência. Temos de saber usá-la para passar à câmara mais secreta da nossa demanda, e essa passagem final será feita apenas por cada um de nós, e por ninguém mais, pois a iniciação final da demanda é de carácter solitário, vivida sem qualquer ajuda, excepto aquela que possuímos dentro de nós próprios. 7 – Na última câmara, Harry depara não só com Voldmort, que corrompeu um dos professores de Hogwarts e ocupou o seu corpo, mas também com o Espelho de Erised, que tem de ser usado para encontrar a Pedra. O Espelho de Erised apresenta àqueles que nele se miram não o reflexo da realidade mas antes aquilo que mais desejam. É a Grande Ilusão, e temos de conhecer o seu segredo para não sermos enganados. Para descobrir a Pedra Filosofal no Espelho é condição querer, de facto, encontrá-la, mas não para a usar em seu benefício, mas para a salvar de um mau uso por parte de Voldemort. Através de um acto de coragem desinteressada de Harry, a Pedra Filosofal, tal como o Anel de Tolkien, é destruída para não cair nas mãos de Voldemort. A verdadeira riqueza e a verdadeira imortalidade são conseguidas apenas por aqueles cuja motivação é o desejo inteiramente desinteressado. É esse o grande segredo da demanda. LIÇÕES DE VIDA DE HOGWARTS Durante todo o processo de descoberta do grande segredo, Harry aprende boas e úteis lições, e o mesmo acontece com os leitores. Embora se trate de ficção fantástica, as suas mensagens são um facto real. Conseguimos identificar sete lições, três das quais são introdutórias. 1 – Há outro nível de verdade para além da realidade Muggle do dia a dia. Todos somos órfãos neste mundo, tal como Harry Potter na Escola da Sabedoria, e estamos a aprender as verdades desse nível. 2 – Professores – Mestres, como Dumbledore, estão à disposição na escola da vida para nos guiar na nossa aprendizagem. 3 – Com estes Professores aprendemos a conhecer e enfrentar a Verdade, mas não de um modo inconsiderado: [Harry:] “Senhor, há outras coisas que eu gostava de saber, se puder dizer-mas… coisas que quero saber, acerca das quais quero conhecer a verdade… “A verdade.” Dumbledore suspirou. “É uma coisa bela e terrível, e por isso deve ser tratada com grande cuidado.” Quando começa a perguntar sobre Voldemort, Harry refere-se a ele usando um eufemismo “Aquele – que – nós – sabemos”, que a maior parte das pessoas emprega quando se refere a essa personagem, porque temem pronunciar o nome do grande mago negro, mas Dumbledore corrige-o: “Chama-lhe Voldemort, Harry. Usa-se sempre o nome certo para as coisas. Temer o nome, aumenta o temor da própria coisa.” No seguimento destas três lições preliminares encontram-se quatro lições principais: 1 – Discriminação. Temos que escolher o nosso próprio caminho na Senda da Vida: Dumbledore diz a Harry: “são as nossas opções, Harry, que mostram o que verdadeiramente somos, muito mais do que as nossas capacidades. (Harry Potter e a Câmara dos Segredos). As Cartas dos Mahatmas dizem-nos: “temos uma só palavra para todos os aspirantes: EXPERIMENTAR”. E no livro guia espiritual “Aos Pés do Mestre” a primeira das quatro qualidades para seguir o caminho é a “Discriminação”. Mais ainda: a Terceira Verdade do Lótus Branco (extraída do livro-guia Luz no Caminho) diz-nos: “cada um de nós é o nosso próprio legislador absoluto, o dispensador da glória ou do pesar para nós próprios; o que decreta a nossa vida e as respectivas recompensas e punições. “Esta lição é, portanto, aquela em que nos é dito que deve ser feito esforço, tentar, experimentar, para distinguir o real do não real, entre o menos bom e o melhor, entre o transitório e o eterno. 2 – Ausência de desejo. A segunda lição principal diz que o mundo é Maya, Ilusão, e, por conseguinte, devemos passar por ele completamente libertos de desejo egoísta. O Espelho de Erised é um símbolo do Desejo de Maya. A palavra “Erised” é “Desire” lida ao contrário, (“Desire” é a palavra inglesa para “Desejo”), portanto, é um desejo errado. O espelho tem uma inscrição gravada à volta da parte superior: “Erised stra ehru oyt ube cafru oyt on wohsi” que lido ao contrário é “I show not your face but your heart’s desire”. (em português: “não mostro o teu rosto mas o desejo do teu coração”). Os que se olham a este espelho não vêem reflectida a sua imagem, tal como ela é, mas apenas a ilusão daquilo que pretendem ser ou ter. Dumbledore explica deste modo o espelho: “o homem mais feliz do mundo usaria o Espelho de Erised como um espelho normal, ou seja, para ver reflectido nele a sua imagem, como ela é exactamente… mas o Espelho não é mais nem menos do que o mais profundo e desesperado desejo dos nossos corações… este Espelho não nos proporciona nem Sabedoria nem Conhecimento da Verdade. Muitos se perderam por causa dele, fascinados pelo que tinham visto, e enlouqueceram sem saber se aquilo que ele mostra é real ou mesmo possível”. O Espelho é um símbolo de Maya, a Grande Ilusão, esse mundo governado e motivado pelo desejo. Em “Aos Pés do Mestre” a segunda qualidade necessária para entrar no Caminho é “Ausência de Desejo”, que é afinal, a libertação do desejo pessoal, ou, tal como Bhagavad Gita considera, o actuar tendo ausência de desejo no que respeita aos frutos da acção. 3 – Linhas de conduta. A terceira lição é que devemos viver as nossas vidas de preferência de acordo com os Princípios Correctos, e não de acordo com regras arbitrárias. A terceira qualidade constante em “Aos Pés do Mestre” é referente às “Seis Linhas de Conduta”: auto-controlo no que respeita à mente, auto-controlo da acção, Tolerância, Alegria, Coerência e Confiança – ter confiança especialmente no Plano, que é aquele que aqueles que sabem divulgam. Aqueles que sabem, sabem que a Morte faz parte do Plano. Quando Harry se preocupa com as consequências do desaparecimento da Pedra Filosofal no bom de filosofo alquimista que conseguiu obtê-la, e que terá de morrer sem ela, Dumbledore explica: “Afinal de contas, a Morte é apenas a próxima grande aventura para a mente bem organizada. Sabes que a Pedra não era afinal uma coisa assim tão esplêndida. Todo o dinheiro e a vida que desejares! As duas coisas que a maior parte dos seres humanos escolheriam acima de todas as outras – o problema é que os humanos têm tendência para escolher precisamente aquilo que só lhes faz mal.” 4 – Amor. Harry é salvo dos ataques do Mal, tanto na infância como durante a sua demanda, pelo grande amor que sua mãe lhe tinha. Dumbledore conta a Harry: “a tua mãe morreu para te salvar. Se há alguma coisa que Voldemort não consegue entender é o amor. Ele não compreendeu que esse amor tão poderoso como o de tua mãe por ti deixa a sua própria marca. Não é uma cicatriz, nem um sinal visível… ter sido amado de um modo tão profundo, mesmo que a pessoa amada já tenha partido, irá dar-nos alguma protecção para todo o sempre… Voldemort não pode tocar-te por esta razão. Seria doloroso tocar uma pessoa marcada por uma coisa tão boa”. A quarta qualidade para seguir o Caminho referida em “Aos Pés do Mestre” é o Amor. São estas as lições que Harry Potter aprende no seu primeiro ano em Hogwarts e na primeira fase da sua educação na vida: discriminação ao fazer as suas opções; fazer o que é correcto sem desejo pessoal; deixar-se guiar na sua vida por princípios inteligentes e não por regras arbitrárias; ter confiança no que Dante chamou “o Amor que faz mover o sol e as outras estrelas” na Divina Comédia. Correspondem à Discriminação, Ausência de Desejo, Boa Conduta e Amor. São lições proveitosas para aprendermos no início, ou em qualquer altura da vida. posted by Sociedade Teosófica de Portugal | 4:09 AM | 0 comments Nº1 - VIDA E ENERGIA Rui ARIMATEIA Toda a criatura tem origem no Amor. Mineral, vegetal, animal, humano, do embrião ao esquecimento, todo o Ser aspira por realização, aspira pela perfeição que o originou. O Universo, com todos os seus constituintes está, é vivo! Porque é, afinal, constituído por Vida. Cada Ser é um reservatório de energias, diferentemente organizado consoante a forma que assume. A Grande Lei que rege todos estes seres é, em última análise, a da Economia. Na Natureza não existem desperdícios, não existe nem de-mais nem de-menos energia em cada seu representante, do que aquela que este poderá comportar. E, ao nosso nível, todos nós manipulamos a quantidade e a qualidade de energia que conseguimos neste momento conter. Tal como uma lente ao Sol, somente conseguimos reflectir aquela quantidade de luz e de calor dentro das capacidades de resistência do vidro de que somos feitos. Suportar ou querer acumular mais energia solar do que aquela que realmente podemos canalizar, arriscamos a quebrar o vidro em mil pedaços e a enfraquecer relativamente a nossa forma energética original. Passemos, através desta analogia, para a energia que possuímos e que permanentemente se encontra em mutação e em transformação no interior dos nossos tecidos vivos – nervos, cérebro, órgãos vitais... – que continuamente emitimos pelas extremidades e recebemos através da cabeça, do coração, do plexus solar... Contínua e “passivamente” – porque do foro do inconsciente – estas trocas energéticas conferem vida ao sistema orgânico que somos. Eventualmente já teria havido tempo em que conscientemente o homem teria a capacidade de manipular as energias que o constituíam e que poderiam ser canalizadas através dele. São reminiscências desses tempos imemoriais os Serviços de Cura e toda a Ritualística mágico-religiosa enquadrados pelas diferentes Religiões ao longo dos milénios de vida do Ser Humano. Desde a utilização electromagnética dos cromeleques e dolmens pré-históricos, até às imponentes Catedrais Góticas, desde a erecção do simples menir, até à fundação da pequena ermida, com certos e determinados enquadramentos telúricos – que dizem respeito às energias contidas e simultaneamente fluentes na Terra Mãe – tudo se resumia funcionalmente à utilização consciente das energias cósmicas que nos envolviam e que potencialmente só esperavam o sinal ou gesto, o som ou a palavra correctos para se colocarem à disposição de quem se predispunha a utilizá-las. O homem há muito que perdeu a visão global de encarar o Universo. Em detrimento da Unidade de Vida como objectivo último da busca, dedicou-se a estudar as múltiplas diversidades, espartilhando a Realidade e perdendo-lhe o seu sentido intrínseco. Preferiu olhar os efeitos esquecendo ou relegando para segundo plano as causas ou a Causa Original. Neste momento a humanidade encontra-se numa fase de re-aprendizagem da sua relação com o Todo e com a Vida. Recomeçou a sua viagem e a sua busca... para o Centro... da parte para o Todo. Mais do que uma intenção, esta re-descoberta assume um estado de espírito que tem que ver principalmente com uma disponibilidade psicológica que permitirá ao novo homem a aceitação da mudança radical que, em última análise, consiste em fazer viver em cada um aquele Ser que, por excelência, tem a capacidade e a disponibilidade de Escutar, de Olhar e de Viver plenamente a vida sem conflito – a Criança. Afirmava C. Jinarajadasa, numa das suas obras teosóficas – A Nova Humanidade da Intuição –, em 1938: «(...). A visão e a força que necessitamos para a mudança hão-de vir da criança. (...). Porque, de um modo místico, as crianças podem abrir-nos um livro de sabedoria e das suas faces alegres podem irradiar raios de força, para nos encher de coragem. (...). Se Deus, a indiscritível Majestade do universo, a fonte de toda a Verdade e Beleza, “se fez carne” e viveu num berço e brincou como uma criança, na Palestina e na Índia, foi por mostrar que todas as crianças têm em si a natureza de Cristo e de Krishna. Se lançarmos a vista numa nova direcção e descobrirmos “o segredo da infância”, saberemos que as crianças são alguma coisa mais do que crianças. Elas são mensageiras de um reino de beleza, sabedoria e força, elas podem conduzir-nos pela mão ao cume da montanha de Pisgah e mostrar-nos a terra dos nossos sonhos e esperanças. (...).» posted by Sociedade Teosófica de Portugal | 4:08 AM | 0 comments Nº1 - A Teosofia e o Estudo Comparado das Religiões (I) A. . L. (ALPHA LYRAE) As livrarias de hoje estão repletas de livros de textos sagrados, de estudos de Astrologia, Reencarnação estados de consciência. Vendem-se milhares de páginas de textos de auto-ajuda, canalização, cura. Procura-se um Conhecimento que possa trazer respostas aos problemas da nossa sociedade ameaçada e às nossas religiões atormentadas. Mas o epicentro desta busca não está nas livrarias, nem nas universidades, nem unicamente na iniciativa individual dos que praticam exaustivamente todas as formas de meditação: centra-se essencialmente na compreensão intrínseca dos ensinamentos, no domínio da simbólica e no reconhecimento da influência e irradiação de arquétipos universais, que bem poderão, no seu conjunto, fazer evoluir a consciência do Homem moderno de um modo nunca vista desde a ultima revolução... Estudos aturados da Cabala mística e prática, e uma verdadeira compreensão das tradições e dos símbolos e arquétipos, podem revelar Verdades Superiores que facilitarão o acesso a um Principio Superior à própria natureza exterior da alma. Quando isto acontece, realiza-se uma fusão com essências de natureza mais elevada, verificando-se uma atracção para um Plano Superior com o qual se identifica. ‘ A espagirização da matéria no cadinho alquímico desenvolve urna força criativa assente na Matéria do Universo redutível a Quatro elementos. O triângulo com o vértice para baixo é o símbolo de VISHNU, deus do princípio húmido e da Água. O triângulo com o vértice para cima é SHIVA, o princípio do Fogo, simbolizado pela chama tríplice. Helena P. Blavatsky, na Doutrina Secreta, afirma: “... Quando o Três e o Quatro se abraçam, o Quaternário une a sua natureza média à do triângulo ou tríade e transforma-se num cubo, que é o veículo e o número da Vida, o Pai-Mãe Sete”. Os grandes Iniciados e alquimistas realizaram a reunião do Três com o Quatro, tendo como objectivo do seu estudo o Septenário Universal. Da Tríade Sefirotal superior – Kether, Binah, Chokmah – emana o Quaternário inferior, a natureza física manifestada. O conjunto dos sefirotes criadores inferiores somam o número sete. “0 Tetragrammaton é o Três feito Quatro, e o Quatro feito Três e está representado nesta Terra pelos seus sete Companheiros” diz H.P.Blavatsky. Que ¬ilações serão possíveis a partir desta premissa? H.P.B. chega à conclusão que o número sete é um elemento predominante em todas as religiões antigas porque é o factor predominante da Natureza. No Livro dos Mortos do antigo Egipto são apresentadas as Sete Almas do Faraó, verificando-se assim uma identificação da religião egípcia com a divisão septenária do Budismo Esotérico. Os antigos Egípcios acreditavam que as suas divindades podiam apresentar aspectos Tríplices reconhecidos em diversos templos, em diferentes pontos geográficos do território, onde esses deuses eram especialmente venerados. Em Abydos, ou_Abtu, a Porta aberta entre a Terra e os Céus, imperava a tríade constituída por Khentamentiu, Osiris e Anubis, respectivamente o Avô, o Pai e o Filho, que consubstanciavam 0 invisível, passível de se tornar visível através da mesma energia com diferentes modos de expressão em tempos diversos. O cão negro ou o chacal, Anubis, era o guia entre os vários níveis de consciência, “o Caminhante entre os Mundos” Em Tebas, reinava a tríade constituída por Amon (o Pai oculto) Mut (a Mãe) e Khonsu (o Filho). Tebas representava o local da Lua, o regresso a Mãe e o controlo sobre o próprio destino, consubstanciado no Filho, Khonsu, ponto da união alquímica de Amon e Mut. É no templo de Karnak, em Tebas, que a iniciação é obtida, e são assumidas responsabilidades através da abertura das portas da percepção... Mênfis apresenta duas tríades: Ptah-Sokaris- Osíris e Ptah-Sekhmet-Nefertum. Na primeira, Ptah é o que está em todas as coisas, o Mestre Construtor que existe antes de tudo e segura na mão as chaves da vida, da estabilidade e do poder. Sokaris é o Falcão, o Filho, 0 Guardião das Trevas. Osíris controla em nós a presença da morte para começarmos a viver com a intensidade desejada. A teologia menfita, gravada na pedra de Shabaka, dá a conhecer a segunda tríade como Criadora de vida (Ptah), protectora da mesma (Sekhmet) e estados de consciência alterados pelo cérebro a partir do inebriamento dos sentidos através dos perfumes e aromas (Nefertum). A teosofia defende que nestes aspectos tríplices das divindades se incluem aspectos cósmicos de Logos-Nao-Manifestado, Ideação Universal Latente e Inteligência Universal Activa. A estes correspondem aspectos humanos da alma Universal, Atmâ Buddi e Manas, ou Mente. A hipótese teosófica prevê três grandes impulsos vitais para dar existência ao Mundo: são as Três Grandes Emanações, ou Ondas de Vida, simbolizadas na tríade. Nos "Dez Pontes de Ísis", enunciados par H. P. Blavatsky, afirma-se o seguinte: " A natureza é trina: há uma natureza visível, objectiva; uma natureza invisível, intrínseca, que dá energia, modelo exacto da outra e o seu princípio vital; acima dessas duas o espírito, fonte de todas as forças, só ele eterno e indestrutível. O homem também é trino: tem o seu corpo físico e objectivo; o seu corpo astral e vitalizador, ou alma, o homem real; e asses dois são dinamizados e iluminados par um terceiro - 0 espírito soberano, imortal. Quando o homem real consegue dissolver-se neste último, torna-se uma entidade imortal". Mais tarde, a teosofia atribuiu uma divisão septenária aos princípios do homem, indo ao encontro do que já expusermos anteriormente. A apreensão de todas estas verdades poderá ajudar -nos a compreender melhor a realidade que nos rodeia, bem como o mundo espiritual, e a aceitar todas as religiões e credos como contendo em si muitos elementos comuns e formas diversas de apreender a Verdade que é só Uma e à qual nada é Superior. * * * A. L. (ALPHA LYRAE) posted by Sociedade Teosófica de Portugal | 4:07 AM | 0 comments Nº1 - Modernidade do Ensinamento Eterno Trân-Thi-KIM-DIÊU Estamos todos de acordo quanto ao reconhecimento da existência de um ensinamento a que chamamos Teosofia. Embora não seja o único a existir, é o que engloba de forma mais abrangente todos os outros ensinamentos. Seja qual for a doutrina que se examine a partir do ângulo da Teosofia, esta encontra o seu papel e o lugar que lhe cabe no que respeita ao Bem da Humanidade, constituindo assim um aspecto particular da Verdade última. A Teosofia, que dá uma representação satisfatória de assuntos tão variados como a cosmogénese, a antropogénese, a unidade da vida, as leis universais, a evolução, a auto-cultura e o auto-conhecimento, não tem a pretensão de deter a Verdade única ou de ser o seu Guardião. Mas, graças às suas explicações, ela mostra ao estudante, sem qualquer dúvida, o caminho da Sabedoria, que é percepção justa, discernimento e realização de uma compreensão clara da verdade. Afirmou-se mais de uma vez que a Teosofia tinha sido dada à Humanidade durante o último quarto do século XIX como consequência de conjunções cósmicas particulares, respeitantes às condições sociais reinantes sobre a Terra e o nível de desenvolvimento da consciência do homem naquela época. Estas afirmações, frequentemente repetidos, sugerem que a Teosofia, tal como foi apresentada, constitui um passo no conjunto do processo de revelação da Verdade ao espírito humano e traz, por consequência, a promessa implícita de novos passos a dar. Isso confirma a existência de um ensinamento profundo, perfeito e vivo, que se revela irresistivelmente no decorrer do tempo, mas que não depende do tempo. Os antigos chamavam-lhe o “Ensinamento Eterno” ou “SANATANA DHARMA”. Segundo este ensinamento, o espaço infinito é a cena onde a manifestação ocorre, dada a interacção das forças que operam na matéria. Aliás, o Espaço é a própria matéria, mesmo que invisível, etéreo e insondável. Nós provimos todos desse espaço infinito que é o “pai-mãe” de todos nós. O nosso parentesco está enraizado no espaço. É da substância primordial do espaço e do jogo de forças inerentes a esse espaço que provém a matéria, a origem secundária do Cosmos, de todos os objectos e de todos os seres sensíveis. A ciência de hoje, que deixou de ser o “pequeno galo vaidoso” do final do século XIX., tornou-se num precioso “aliado” da Teosofia. Ela perscrutou a matéria tão longe quanto possível, do finito ao infinito, descobrindo, uma após outra, as partículas sub-atómicas, tornando assim possível a concepção de um novo modelo do nosso universo, dinâmico a vários níveis. Assim, a hipótese de existência de “neutrinos” foi seguida, pouco depois, da confirmação da sua existência, o que lança uma nova luz sobre a questão da estrutura da matéria, assim como sobre o surgimento e a evolução do próprio universo. Do mesmo modo, a presença dos campos electromagnético e gravitacional, influenciando a trajectória das partículas sub-atómicas, sugere uma certo unidade inerente à estrutura do universo e os cientistas trabalham, actualmente e sempre, no sentido de verificarem as diferentes hipóteses, a fim de produzirem uma teoria sobre os “campos unificados” que explique de forma mais precisa e satisfatória os problemas que acabámos de evocar. Neste momento, a ciência adoptou, em termos globais, uma atitude muito estimulante, que coloca a questão da influência do observador – investigador não só sobre o resultado da experiência, mas também sobre o seu desenvolvimento. A ideia é a de que o universo – e, portanto, a matéria – possa ser influenciado de forma muito subtil pelas medidas que os seres humanos tomam, continuamente, através das suas observações. Chama-se a esta influência o “princípio de antropia” (palavra derivada do termo grego “anthropos” = homem) e portanto diferente do “princípio de entropia” (energia perdida durante qualquer esforço ou trabalho, em conformidade com a segunda lei da termodinâmica). Esta é a linha de demarcação que separa actualmente a Ciência e a Teosofia. Embora possamos dizer muito mais sobre os progressos da ciência nas diferentes disciplinas, talvez fosse útil mencionar a hipótese de um “campo morfogenético” que recentemente foi formulada em Biologia. Este não pode sendo jogar a favor da concepção Teosófica dos planos Etérico e Astral, trazendo igualmente uma possibilidade de explicação para o fenómeno da Telepatia. O campo morfogenético, assim como o princípio da antropia. podem ser considerados como os sinais percursores de uma aliança mais estreita entre a Teosofia e a Ciência. Eles representam, de facto, a fase mais interessante e mais excitante do processo intelectual de qualquer investigação, quando o espírito tenta dar forma e consistência aos resultados das suas observações, permanecendo no entanto aberto a outras observações. O Ensinamento Eterno afirma igualmente que, por detrás da aparência do espaço e, por assim dizer, para lá, no coração desse espaço, está o Espírito Uno, eternamente inteligente e feliz, “aquele-que-é-para-sempre-assim” (em inglês, “the ever-being-as-such”, em francês, “celui-qui-est-à-jamais-ainsi”). É a causa imutável sem causa, penetrando cada ser e cada coisa, guiando do interior o jogo recíproco das forças através da substância do espaço, depois através da matéria organizada, até uma complexidade, uma harmonia das formas e um refinamento cada vez maior, desenvolvendo nessas formas – numa escala maior e de modo mais subtil – os três aspectos já evocados – consciência, inteligência e felicidade. A observação mostra que todos os reinos da natureza – pelo menos aqueles que podemos conhecer – testemunham a maneira como essas forças são guiadas e se desenvolvem. Para começar, os minerais, com os seus diversos modos de cristalização, são a prova de uma elevada capacidade de harmonização. Alguns micro-organismos fazem – graças às suas constantes mutações – uma corrida a despique com os investigadores. A sua adaptabilidade é um sinal inequívoco de inteligência Pode observar-se igualmente que uma crescente capacidade de sentir tem vindo a desenvolver-se nas plantas. No que diz respeito à organização da vida e à economia da comunidade, alguns insectos poderiam dar lições à maior parte dos políticos e gestores peritos que vivem na terra. Os mamíferos superiores, como os golfinhos, por exemplo, deixam transparecer uma grande capacidade de aprender e de comunicar com os humanos. Com estes últimos nasceu a Arte, a Tecnologia a Ciência a Filosofia e a Religião – que representam, até agora, a mais elevada manifestação do desenvolvimento do espírito na matéria. Das formas mais baixas às formas mais elevadas que são conhecidas, há um crescimento constante das faculdades da consciência, do conhecimento e da felicidade, quer elas sejam tomadas isoladamente ou se combinem entre si. O Espírito Uno revela-se através da matéria, organizando-a. Pelo modo como criaram a Arte e a Tecnologia, conceberam a Ciência e a Filosofia e praticaram a Religião, os homens parecem ser a eflorescência da criação Podem pensar, conceber, organizar, inventar, adorar e, ao fazerem-no, modificam ao seu próprio gosto o seu ambiente, em função dos seus desejos, algo que os outros Reinos da Natureza parecem incapazes de fazer. No entanto, todas estas criações representações e práticas religiosas emanam de um centro sobre o qual se sabe muito pouco. O pensamento e a acção humanas parecem uma corrente que segue numa só direcção, atingindo, a partir de um centro desconhecido, o mundo exterior onde se perde na multiplicidade de correntes, todas partindo de centros diferentes que não são mais que os nossos irmãos humanos. Pode existir reacção, interacção do pensamento e da acção proveniente de centros diferentes, mas normalmente não nos interrogamos sobre os próprios centros. Vistos deste ponto de vista os homens podem ser considerados como “animais mais aperfeiçoados”, mas – e tendes todo o direito de vos sentirdes indignados – essa afirmação parece absurda pois a Natureza tem provado ser demasiado eficaz – e demasiado sábia – na sua economia para produzir, com grandes custos, uma espécie que seria, então, quando muito ligeiramente diferente. Nada se opõe. por consequência, a que os seres humanos formem um Reino à parte, diferente dos outros reinos que coexistem na Terra. Por outro lado, aquilo que diferencia radicalmente um homem de um animal, representa um grande salto no processo evolutivo da Natureza: os seres humanos podem tornar-se conscientes de que são dotados de uma mente. Esse elemento, que se vem juntar a todas as outras capacidades já mencionadas, permite que o homem se coloque questões sobre si mesmo. A capacidade de reflectir e de se introspeccionar é uma das características do espírito humano. Enquanto pensa ou age, o ser humano refere-se constantemente ao centro que é o “eu”. Que o indivíduo saiba ou não que se refere a este centro depende da sua capacidade de consciência, ou seja, do seu nível evolutivo. Tudo se passa como se a matéria, num certo grau de organização, ganhasse a capacidade de reflectir o Espírito que está nela, como o faria um espelho que reflectisse qualquer objecto colocado diante de si. Isso significa que, num certo estado de desenvolvimento, o Espírito Uno que reside no coração da matéria atinge, por assim dizer, a fronteira da objectividade onde começa o efeito espelho, de tal forma que o caminho que leva ao exterior se depara com essa barreira. Se é assim, há então a possibilidade de se encontrar bloqueado num impasse – o que significa que se ficaria bloqueado por essa barreira – ou então, a possibilidade de se optar livremente por um caminho aberto, ou seja, por outras palavras, optar por regressar à nossa origem infinita. Na primeira alternativa, o mental acaba – no melhor dos casos – por se contentar em repetir o que é conhecido por si e, no pior, deixa-se emboscar no labirinto do egocentrismo. Esse estado, que comporta diferentes níveis, pode mesmo terminar numa obsessão tão pesada e mórbida como a da esquizofrenia, em que o espírito está completamente aprisionado numa matéria desorganizada. Uma observação penetrante do estado actual do mental da Humanidade mostra que uma grande parte dos seus males está ligada à ignorância fundamental da sua verdadeira natureza. Igualmente, conhecer teoricamente todos os detalhes da cosmogénese, da antropogénese, admitir intelectualmente a unidade da vida – e mesmo obter a sua certeza científica – discorrer sobre as leis universais, etc., sem realizar efeito espelho em si mesmo, é a mesma coisa que continuar a via que se dirige unicamente ao exterior, sem sequer se aperceber que se está preso num impasse. A maior parte das tragédias humanas, senão todas, são engendradas por estados de consciência nos quais não existe a consciencialização do efeito espelho. Os seres humanos são levados por forças cegas – desconhecidas deles mesmos – para situações inextricáveis e intermináveis suplícios da Alma, tanto que a descrição do Inferno Cristão é equivalente a um simples parque de atracções, quando comparado com alguns estados de tormento psicológico e de desespero agudo. A primeira imagem de si reflectida no espelho aparece geralmente como uma descoberta pouco gratificante: reagimos então pelo medo. O mito de Adão fugindo do Jardim do Éden ilustra muito bem o estado da consciência do homem quando se torna, pela primeira vez, consciente de si mesmo. Quando há vergonha, normalmente os olhos desviam-se do que é visto no espelho para se virarem para o primeiro objecto ou espectáculo disponível. Também quando se trata de examinar a Realidade de uma imagem, há sempre fuga, em vez de uma observação ainda mais agudo. A segunda reacção diante da imagem enviada pelo espelho é a de um sentimento de culpabilidade. A culpabilidade é simplesmente o disfarce da vergonha. Porque Adão não podia admitir que tinha cedido às tentações da Serpente, que representava ao mesmo tempo o saber objectivo e Lilith, o elemento feminino terrestre, a matéria grosseira, ele recalca a sua vergonha e foge do Paraíso. Mas, felizmente para ele leva consigo Eva, que representa o Eterno Feminino, a contra partida do espirito quando se aventura na matéria, ou seja, o ideal de Adão enquanto este permanecer sobre a Terra. A secreta vergonha transforma-se num sentimento de culpabilidade que poderia contribuir para instalar qualquer forma de ditadura, seja ela a de um Deus ou a sua própria! Quando nos tornamos conscientes do efeito espelho e não o recusamos, mas pelo contrario o utilizamos, então tornamo-nos capazes de ver todas as coisas, tanto no exterior como no interior de nós mesmos, tudo isto a partir de uma certa distancia No exterior, essa distância dá rigor à observação e desapego à acção. No interior, ela põe o mental em ordem e confere-lhe o tranquilidade de que precisa para ir mais longe na sua exploração. O mental passa então a ser utilizado como um instrumento, no sentido técnico do termo, paro explorar níveis mais profundos da consciência através da introspecção e, se ele perseverar, tornar-se-á cada vez mais penetrante, sensível e intuitivo. Ao “desprender-se” do centro do “eu”. torna-se mais esquecido de si mesmo. Vendo as coisas nos suas justos proporções, no interior de um todo, o espirito torna-se leve e feliz. Tudo se passa como se, a partir desse momento, o Espírito Uno tomasse o comando da viagem de regresso, desde a fronteira da objectividade do matéria até ao ponto de partida inicial, no coração de todas as coisas, ou seja, de si próprio. No caminho de regresso a um futuro que é o Eterno Presente, o Espírito revela-se através de uma consciência, uma inteligência e uma felicidade que não cessam de crescer na forma que os abriga. O que se passo de facto é uma revolução no interior do conjunto do processo evolutivo do universo, se bem que, a partir do exterior, isso posso ser apercebido como simples inovações”. Da mesma forma que os seres humanos não são animais mais aperfeiçoados, mas constituem uma espécie radicalmente diferente, da mesmo forma, a consciência que conhece o efeito espelho e trabalha em sua função é radicalmente diferente do consciência que ignora este efeito ou que se recusa a vê-lo. O elemento revolucionário reside em três pontos principais: a descoberto do efeito espelho na sua própria consciência, a decisão de fazer a viagem de regresso ao Eterno Presente, assim como uma verdadeira e contínua partida, nesta viagem na estrada do tempo. Trata-se de uma revolução englobando todos os níveis do ser, por forma que o indivíduo opte irrevogavelmente pelo caminho de regresso. Poderíamos chamar a esta revolução a “Revolução Átmica”. Embora os humanos façam parte do universo, este é influenciado pelas suas acções, ou, para apresentar as coisas de outra maneira, pela primeira vez na memória viva dos homens, a Humanidade pode participar activamente e. conscientemente no processo evolutivo do universo. A revelação do Espírito Uno – que também é chamado o “Eu” – na consciência humana é o Ensinamento Eterno. Este ajusta-se às diferentes etapas do desenvolvimento da consciência da Humanidade revelando, em diversas fases dessa consciência –naturalmente e no momento oportuno ao longo da viagem – muitos conhecimentos ocultos, dos quais o mais elevado é o conhecimento do “eu”. O conhecimento torna-se então Re-conhecimento, dado que o objecto do conhecimento, aqui, não é diferente do sujeito conhecedor, o que quer dizer que o “Eu” é reconhecido pelo “eu”. Nesse reconhecimento há reabsorção e um movimento único do sujeito e do objecto, que se identificam um com o outro. O processo cognitivo pára, para deixar lugar à consciência pura, que é sem “eu” (sem o observador). O Espírito Uno exprime-se através da consciência pura. Essa expressão é a inteligência. O princípio de antropia pode então desenvolver-se em colaboração activa e consciente com humanos altamente desenvolvidos, cuja consciência trabalha agora com as forças do universo. De facto, tradicionalmente deu-se a esses Seres o nome de "Auxiliares Voluntários da Natureza" (em inglês, "free co-workers"). Esses Seres não são mais do que centros através dos quais as forças da Natureza operam sem entraves. Além disso, podem cooperar com a Natureza ajudando-a, de que cada vez que isso é possível. Desde os átomos modelados pelas forças cósmicas, os minerais, as plantas, até aos animais e aos homens primitivos, o Espírito Uno organiza as estruturas e os formas. Aos homens, o Espírito Uno revela-se implacavelmente, oferecendo-lhes em todos os tempos um Ensinamento apropriado. O Ensinamento atinge um ponto de viragem decisivo quando, no seio do processo evolutivo da Natureza, seres humanos se tornam conscientes de serem dotados de uma mente. O passo seguinte poderá dar-se com a cooperação de indivíduos suficientemente audaciosos para avançarem -alheios ao seu conforto físico, psicológico e intelectual e ultrapassando o seu medo do desconhecido - para explorarem assim o que se encontra por detrás das camadas superficiais da consciência e para sempre para além. O Ensinamento Eterno já evocado encontrará uma maneira apropriada de revelar a estes indivíduos - a partir de dentro - os conhecimentos necessários à viagem interior em direcção ao nível mais profundo da consciência, o nível da Verdade Última - aquilo que é (“ainsité", "suchness"), Trân Thi Kim Diêu Presidente da Fed. Europeia (Seminário em Colares - “A Filosofia Eterna”) posted by Sociedade Teosófica de Portugal | 4:06 AM | 0 comments Tuesday, October 18, 2005 posted by Sociedade Teosófica de Portugal | 2:31 AM | 0 comments posted by Sociedade Teosófica de Portugal | 2:28 AM | 1 comments

PESQUISAR ESTE BLOG